Copa 2018

Reserva no 7 a 1, Daniel Alves avalia Brasil de Tite: "Trouxe novas ideias"

Sandra Kelch/Kelch Photography/Divulgação
Daniel Alves concede entrevista coletiva na véspera de reencontro com Alemanha Imagem: Sandra Kelch/Kelch Photography/Divulgação

Danilo Lavieri e Dassler Marques

Do UOL, em Berlim (Alemanha)

26/03/2018 15h02

Depois de ter sido titular no início da Copa do Mundo de 2014, Daniel Alves acabou sacado da equipe por Felipão. Por isso, assistiu ao vexatório 7 a 1 do banco de reservas. Agora titular e capitão da seleção no reencontro marcado para 15h45 (de Brasília) desta terça-feira (26), o lateral direito afirma que o time evoluiu muito.

Ele evitou traçar comparações com os trabalhos dos antecessores e até recebeu elogio público de Tite por conta disso. Sua única observação ficou por conta das novas ideias incorporadas pelo grupo.

“Isso (comparar os trabalhos) é colocar areia no trabalho dos outros e isso a gente não faz. Eles tentam fazer o seu melhor. A diferença do professor para o outro trabalho são as ideias novas, o futebol evoluiu e a gente evoluiu com ele neste período que estamos juntos. Eu acredito que esse é o grau de maturidade que a gente precisa para competir e ser fiel ao nosso trabalho”, afirmou.

“Vai ser um grande jogo e tem qualidade das duas partes. Houve uma evolução, ela é nítida na nossa seleção desde a entrada do professor. Ela é nítida. Mas elogios e críticas às vezes debilitam. Se não for para te ajudar a crescer e ser melhor. O professor é bastante experiente para absorver os elogios”, completou.

Quatro anos depois, Daniel Alves faz uma autoanálise e se vê um pouco mais experiente e honrado por continuar com chances na seleção brasileira. Titular absoluto até por Tite não ter o reserva definido, o lateral disse que não se sentiu injustiçado por ter sido sacado dos titulares no meio da Copa de 2014.

Ele ainda ressalta que não há comparação entre o jogo do Mundial e o desta terça-feira e evitou o rótulo de revanche de qualquer forma.

“Eu sempre me preparo para aceitar os momentos que a vida me oferece como eles aparecem. Não acho que tenha sido injustiçado. O Maicon jogou porque mereceu, sabe que eu respeito bastante a história dele. O que acontece é que na nossa profissão a gente sempre gera debates. Querer estar dentro eu sempre vou querer estar. A sensação é de não poder ajudar de alguma forma porque as substituições já tinham sido feitas. A gente precisa estar preparado para tudo”, analisou.

“Estamos preparados para enfrentar a Alemanha do jeito que for. É um clássico mundial. Mas são desafios completamente diferentes e o grau de dificuldade sempre existirá”.

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