Copa 2018

Fernandinho admite emoção ao lembrar 7 a 1: "Não é possível perder de novo"

Fabrizio Bensch/Reuters
Fernandinho é um dos remanescentes da derrota por 7 a 1 para a Alemanha Imagem: Fabrizio Bensch/Reuters

Dassler Marques e Danilo Lavieri

Do UOL, em Berlim (Alemanha)

27/03/2018 19h31

O reencontro com a Alemanha terminou com vitória da seleção brasileira e alívio para um dos remanescentes do vexame do 7 a 1, ocorrido na semifinal da Copa do Mundo de 2014. Presente em campo na humilhante derrota para os campeões mundiais no Mineirão, o meio-campista Fernandinho se mostrou aliviado com o triunfo por 1 a 0 desta terça-feira, em Berlim, e admitiu que o duelo não se tratava de um mero amistoso de preparação para o Mundial da Rússia.

Em entrevista concedida na zona mista do Estádio Olímpico, o meio-campista do Manchester City, titular também no confronto desta terça-feira, admitiu que o “fantasma” ficou menor com o resultado positivo no amistoso disputado na capital alemã.

“A carga emocional foi muito grande para mim, que participei naquele jogo. Até pensei no quarto: tinha jogado três vezes e tinha perdido duas. Falei para mim mesmo: ‘não é possível que perderia a terceira’ [risos]”, brincou um aliviado Fernandinho, antes de valorizar a postura da equipe diante de uma Alemanha em testes para a Copa na Rússia.

“A seleção brasileira tem a obrigação de ganhar todo jogo, independente se for amistoso”, sentenciou o volante do Manchester City, que briga por vaga de titular para a estreia no Mundial, marcada para 17 de junho.

O assunto 7 a 1 pautou a seleção brasileira até depois da vitória no amistoso. Enquanto Fernandinho levou a questão de maneira leve e se mostrou aliviado, Casemiro quer “enterrar” as recorrentes lembranças do vexame ocorrido há quase quatro anos.

“O 7 a 1 ficou e vai ser sempre para a história. Não é normal, mas já é passado
Precisamos viver o dia de hoje. O 7 a 1 é passado e não temos que lembrar disso”, sentenciou o jogador do Real Madrid.

“Falaria que o trabalho da equipe é o principal. O Brasil não é só qualidade, alegria ou jogar para frente. Somos compactos, juntos e jogamos muito firme defensivamente. Eles tinham a posse, mas quase não tiveram chances”, concluiu o camisa 5 da seleção comandada por Tite.

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