Copa 2018

Özil e Gündogan são criticados por foto com presidente turco

AFP PHOTO / TURKISH PRESIDENTIAL PRESS OFFICE / KAYHAN OZER
Mezut Özil encontra o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, em Londres Imagem: AFP PHOTO / TURKISH PRESIDENTIAL PRESS OFFICE / KAYHAN OZER

Do UOL

Em São Paulo

14/05/2018 19h21

Os jogadores Mesut Özil e Ilkay Gündogan foram criticados nesta segunda-feira (14), véspera da convocação da seleção alemã, após serem fotografados com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, em Londres. Os dois atletas são descendentes de turcos, mas nasceram na Alemanha.

O técnico Joachim Löw anunciará a lista de jogadores da Alemanha para a Copa do Mundo de 2018 nesta terça-feira (15). De acordo com a Deutsche Welle, emissora internacional alemã, políticos chegaram a pedir que os atletas não sejam convocados para a Copa do Mundo de 2018. No encontro, Erdogan foi presenteado com camisetas do Manchester City, de Gündogan, e do Arsenal, defendido por Özil.

As fotos foram alvo de críticas por parte do presidente da Federação Alemã de Futebol (DFB), Reinhard Grindel. "É claro que a DFB respeita a situação especial dos nossos jogadores de origem migrante, mas o futebol e a DFB defendem valores que o senhor Erdogan não respeita suficientemente. Por isso, não é bom que atletas da seleção sejam explorados para uma campanha eleitoral ", afirmou, por meio de comunicado publicado no site da organização.

As imagens também foram criticadas pelo coordenador da DFB, Oliver Bierhoff, que afirmou que o assunto será discutido com os jogadores. "Não tenho dúvidas de que Mesut e Ilkay estão comprometidos em jogar pela seleção da Alemanha e do quanto eles se identificam com os nossos valores. Eles não entendiam o simbolismo dessas imagens, mas não podemos endossar isso e discutiremos o assunto ", comentou.

Apesar das críticas, no entanto, Gündogan garantiu que ele e Özil não tinham interesse em fazer uma declaração política ou campanha eleitoral para o presidente. "Como jogadores da Alemanha, defendemos os valores defendidos pela DFB e estamos cientes da nossa responsabilidade", afirmou. A publicação aponta, ainda, que líderes políticos chegaram a pedir que os atletas não sejam mais convocados.

O presidente turco está no poder há 15 anos e, recentemente, resolveu antecipar as eleições parlamentares e presidenciais para 24 de junho de 2018. Erdogan é acusado de repressão contra grupos opositores e seu regime, desde um golpe de Estado fracassado em julho de 2016, é responsável pela prisão de milhares de pessoas.

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