Copa 2018

Em última Copa, Mascherano diz que é 'soldado disposto a morrer' na Rússia

Alex Livesey/Getty Images
Defensor deve deixar seleção argentina após o Mundial, mas promete dedicação ao técnico Jorge Sampaoli Imagem: Alex Livesey/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

23/05/2018 18h53

A Copa do Mundo de 2018, na Rússia, marcará o adeus de Javier Mascherano à seleção da Argentina. Mas nem por isso o zagueiro de 33 anos dará menos de si em campo – pelo menos, em suas palavras.

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Em entrevista coletiva nesta quarta-feira no centro de treinamentos de Ezeiza, o defensor do Hebei China Fortune se colocou à disposição do técnico Jorge Sampaoli para atuar como zagueiro ou como volante. Ou para nem mesmo atuar, mas ajudar de outra maneira.

“Posso ajudar onde o treinador acreditar ser conveniente. Estou disponível, sou um soldado que vai morrer. Esta é minha última batalha, por isso estou disponível para o que o treinador necessitar, dentro ou fora de campo”, disse, segundo o jornal Olé. “Competi minha vida toda, e tudo que consegui foi conquistado com esforço. Tratarei de criar um problema para o treinador. Depois, ele que definirá, e eu aceitarei o papel que me couber”, completou.

Em sua última chance de disputar (e talvez conquistar) uma Copa do Mundo, Mascherano tenta não se colocar como protagonista da narrativa da equipe. Para ele, é preciso pensar agora em uma boa preparação, para que a Argentina possa chegar à Rússia em bom nível diante dos rivais.

“Este é um esporte coletivo, e não o tomo como algo individual. Seria um grande erro quando há algo tão grande coletivamente. Está claro para mim que é minha última chance, talvez para mais alguém também. Já tenho isso decidido há algum tempo”, afirmou.

“Tomara que possamos estar à altura da competição. Além disso, já vimos que às vezes faltam dois centímetros para vencer. São detalhes. O mais importante é mostrar uma Argentina competitiva. Para isso, é preciso se preparar bem”, completou.

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