Copa 2018

Liberado para disputar a Copa, Guerrero se apresenta à seleção do Peru

Reprodução/Twitter
Guerrero encontra o técnico Ricardo Gareca na concentração da seleção peruana Imagem: Reprodução/Twitter

Do UOL, em São Paulo

31/05/2018 17h25

Horas depois de ser autorizado a disputar a Copa do Mundo da Rússia por conta de um efeito suspensivo concedido pelo Tribunal de Justiça da Suíça, o atacante Paolo Guerrero já se apresentou nesta quinta-feira (31) ao hotel em que a seleção do Peru está hospedada, na Áustria, onde realizará parte da preparação para o torneio, com início em 14 de junho.

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Em seu perfil oficial no Twitter, a Federação Peruana de Futebol publicou fotos e vídeos da chegada do jogador, do momento em que o carro estacionou na entrada do hotel até o encontro com o treinador Ricardo Gareca.

O Peru e as demais seleções da Copa precisam entregar a inscrição final de jogadores para o torneio até a próxima segunda-feira (4). Gareca havia divulgado uma pré-lista com 24 nomes, mas sem incluir Guerrero, já que ele não reunia condições legais para estar no Mundial. 

Antes da Copa, os peruanos disputarão amistosos contra Arábia Saudita, nesta sexta-feira (1º), na Suíça, e em 9 de junho, contra a Suécia, em Gotemburgo. A estreia dos sul-americanos no Mundial será diante da Dinamarca, no dia 16, em Saransk, pelo Grupo C.

Entenda o caso

Guerrero testou positivo no último dia 5 de outubro para benzoilecgonina, principal metabólito da cocaína e da folha de coca, após o empate sem gols entre Peru e Argentina, em Buenos Aires, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. O metabólito está na lista de substâncias proibidas.

Por isso, a Comissão Disciplinar da Fifa puniu o jogador com um ano de suspensão no dia 3 de novembro. A defesa do jogador havia entrado com recurso à Comissão de Apelações da Fifa, reduzindo a pena para seis meses, que terminou em 3 de maio.

A defesa de Guerrero alegou que o atleta bebeu um chá de coca dentro do hotel. Os advogados Bichara Neto e Pedro Fida fazem a defesa jurídica de Guerrero.

Contratado pelo atacante peruano, o bioquímico Luiz Carlos Cameron argumentou que a quantidade da substância dopante encontrada na urina do jogador não era suficiente para responsabilizá-lo por uso de droga.

O bioquímico salientou que não havia traços de coca no cabelo do jogador, o que seria mais uma evidência de que Guerrero não havia consumido cocaína. Uma funcionária do hotel de Buenos Aires prestou depoimento à CAS, via Skype, onde teria admitido a entrega de um chá com coca para Guerrero. Mas a defesa do atacante não convenceu a CAS, que aplicou suspensão por 14 meses.

Inconformado com a decisão, Guerrero avisou que buscaria seus direitos fora do âmbito esportivo. Seus advogados apelaram ao Tribunal Federal Suíço, que liberou o atleta provisoriamente.

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