Copa 2018

Em "duelo dos piores", Rússia pega Arábia pressionada por fase ruim e tabus

Francois Xavier Moit/AFP
Seleção russa caiu na fase de grupos da Copa das Confederações e vem de sete jogos sem vencer Imagem: Francois Xavier Moit/AFP

Do UOL, em São Paulo

13/06/2018 22h00

Quando Rússia e Arábia Saudita adentrarem ao gramado do estádio Luzhniki nesta quinta-feira para o jogo de abertura da Copa do Mundo de 2018, às 12h (horário de Brasília), terão um pequeno incômodo a superar em meio à euforia do começo da competição: o estigma de piores equipes entre as 32 classificadas. Enquanto os sauditas ocupam a 67ª colocação do ranking da Fifa, os anfitriões russos estão ainda mais atrás, na 70ª posição.

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Para efeito de comparação, a terceira pior ranqueada entre as seleções classificadas para a Copa de 2018 é a seleção japonesa, atual 61ª do ranking da Fifa. Na lista divulgada em 7 de junho, os rivais do jogo de abertura do Mundial vêm atrás de seleções que jamais disputaram uma Copa, como Venezuela (33ª), Montenegro (43ª), Burkina Faso (52ª), Albânia (58ª), Finlândia (63ª), Mali (64ª) e Cabo Verde (65ª).

A situação dos sauditas às vésperas da competição não é simples. O time comandado por Juan Antonio Pizzi desde novembro vem de derrotas nos três últimos amistosos: 2 a 1 para a Itália, 3 a 0 para o Peru e 2 a 1 para a Alemanha. A última vitória veio em 15 de maio, também em amistoso: 2 a 0 sobre a Grécia, em jogo na cidade de Sevilha (Espanha).

E a coisa, de novo, não é melhor para o lado russo. Desde que venceu a Coreia do Sul por 4 a 2 em amistoso no dia 7 de outubro, foram sete jogos sem vencer, com três empates e quatro derrotas. Para piorar, nem o fator casa promete ajudar muito: na Copa das Confederações de 2017, os russos caíram ainda na frase de grupos, superados por Portugal e México e à frente apenas da Nova Zelândia. No país-sede, as críticas são grandes.

Sem uma vitória em jogos de Copa do Mundo desde 2002, quando fez 2 a 0 na Tunísia, os russos treinaram forte em Novogorsk nos últimos dias para tentar escapar de alguns vexames. Além de evitar uma queda do país-sede na fase de grupos, o que aconteceu apenas uma vez (África do Sul, 2010), tenta evitar uma zebra histórica – afinal, o anfitrião do torneio nunca perdeu seu primeiro jogo na competição. Egito e Uruguai, companheiros das duas seleções no Grupo A, estão de olho.

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