Copa 2018

Nos estádios da Copa da Rússia, um copo de cerveja custa R$ 21

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Venda de cerveja na Copa da Rússia: copo custa R$ 21,00 Imagem: UOL

Marcel Rizzo

Do UOL, em Moscou (Rússia)

14/06/2018 09h37

Na Rússia, país que enfrenta um problema grave de alcoolismo na população masculina, comprar cerveja em estádios é uma coisa cara. Durante a Copa do Mundo, um copo de cerveja custa R$ 21,00. É quase o dobro do que era cobrado, por exemplo, no Brasil para a Copa de 2014 – por aqui, a cerveja mais cara dentro dos estádios saia por R$ 13,00 (para quem os detalhistas, após correção monetária o valor subiria para R$ 16,44).

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Os preços altos, aliás, não são exclusividade dos itens alcoólicos. Um copo de água, por exemplo, custa R$ 12,00 – no Brasil, o preço era R$ 6,00. Os preços foram conferidos no estádio Luzhniki, que receberá a abertura do torneio – Rússia x Arábia Saudita se enfrentam a partir de 12h (de Brasília).

Salgar preços em suas lojas oficiais, seja nas barracas de alimentação ou nos quiosques de produtos oficiais, é comum em eventos Fifa. O mascote da Copa de 2018, o lobinho Zabivaka, por exemplo, custa de R$ 120,00 a R$ 180,00. Mesmo em lojas oficiais da Fifa online a mascote sai por menos de R$ 100.

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Lenin e a loja oficial da Copa Imagem: UOL
Nesta quinta-feira, uma camisa com a marca do Mundial custava R$ 210,00. E era a mais simples delas. Quem quisesse sair do Luzhniki com uma camisa oficial da seleção da Rússia, porém, pagava bem mais: R$ 360,00.

Na última Copa, no Brasil, o Fuleco, mascote oficial, custava R$ 80,00 em sua versão menor. Bonés eram vendidos a R$ 70,00 nas lojas oficiais dentro das arenas brasileiras. Nas russas, não vão sair por menos R$ 90,00.

Quem tiver paciência até o fim do Mundial pode esperar a tradicional liquidação que a Fifa faz no último jogo de cada uma das sedes. No Brasil, o Fuleco caiu para R$ 40 ao fim do torneio. "Pra uma Copa do Mundo, vale pagar. É a cada quatro anos", disse o mexicano Javier Talares.

É essa mentalidade que criou uma cena irônica na porta do estádio nesta quinta-feira: a loja oficial da Copa, com preços inflados e apelo ao consumo, foi montada embaixo de uma grande estátua de Lenin, líder soviético.

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