Costa Rica

Próxima rival do Brasil, Costa Rica tem time envelhecido e jogo manjado

Emmanuel Dunand/AFP
Base de 2014 é aposta costarriquenha para a Copa do Mundo de 2018 Imagem: Emmanuel Dunand/AFP

Julio Gomes

Do UOL, em Samara (Rússia)

19/06/2018 04h00

A informação que chegou a Tite sobre a Costa Rica é simples. Uma seleção com a proposta de ser agressiva na defesa e sair em velocidade para o ataque, mas que não consegue sustentar esse tipo de jogo todo o tempo. A razão é também simples: não tem a velocidade necessária.

Com uma média de 29,5 anos, a seleção da Costa Rica é a segunda mais velha da Copa. O time que entrou em campo e perdeu para a Sérvia, domingo, tinha mais de 30 anos de média. Conseguiu até marcar com intensidade, mas deu pouco trabalho no ataque.

É a mesma base que surpreendeu chegando às quartas de final em 2014. Contra o Brasil, sexta-feira (22), em São Petersburgo, outra derrota será praticamente a eliminação.

“É um rival complicado, com muito peso, história. Mas arriscar muito cedo pode ser precipitado. Temos de jogar de forma inteligente para tentar pelo menos sair com um ponto”, disse o capitão do time, o meia Bryan Ruiz. “Eles vão nos atacar, precisamos estar bem agrupados.”

Getty Images
Imagem: Getty Images

Tite receberá também a informação de que a Costa Rica tem uma bola alta ofensiva de qualidade, com agressividade e cruzamentos fechados – foi assim, aliás, que o Brasil levou o gol de empate contra a Suíça.

Contra a Sérvia, foi em uma bola aérea que a Costa Rica teve sua grande chance, ainda no primeiro tempo, desperdiçada pelo zagueiro González. “O Brasil é uma potência. Mas, hoje em dia, ninguém mais vai de cara aberta, tudo está equilibrado. Mesmo o Brasil joga de forma compacta. Se aproveitarmos as oportunidades, podemos, sim, ganhar”, falou González, criticado pela imprensa de seu país após a estreia.

O atacante Ureña, que ficou isolado na frente e acabou substituído por Campbell, elogiou as individualidades da seleção brasileira, mas ponderou. “Não somos os favoritos, não temos pressão.”

O lateral esquerdo Oviedo, que de forma surpreendente ficou fora do primeiro jogo (era cotado até para ser o capitão), pode voltar ao time contra o Brasil. “Rival difícil. Quem for marcar o Neymar precisará de atenção, ele é excepcional. Mas, no fim das contas, são seres humanos, assim como nós”, finalizou.

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