Suécia

Sucessor de Ibra foi mal na Alemanha e agora se inspira em choro do filho

Clive Brunskill/Getty Images
Imagem: Clive Brunskill/Getty Images

Arthur Sandes

Do UOL, em São Paulo

23/06/2018 04h00

A missão de Marcus Berg nesta Copa do Mundo não é das mais fáceis. Ele é o sucessor de Zlatan Ibrahimovic no comando de ataque da seleção sueca e entra em campo neste sábado (23), contra a Alemanha, com motivação extra. A Suécia pode se classificar às oitavas de final da Copa do Mundo, e o jogo tem sabor ainda mais especial para Berg, que viveu maus anos no futebol alemão e nesta semana tem se inspirado nas lágrimas do filho.

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O centroavante é pai de um casal de filhos, Jolie e Leonel. O garotinho de quatro anos ficou famoso na última semana, quando um vídeo o mostrou chorando ao ver o pai disputar o primeiro jogo de Copa do Mundo na carreira. Berg não fez gol, mas brigou muito com os zagueiros da Coreia do Sul e ajudou a Suécia a vencer por 1 a 0.

Com o choro do filho como inspiração, ele enfrenta a Alemanha podendo saborear um gostinho de vingança, quem sabe. Ele jogou três temporadas no Hamburgo, mas nunca conseguiu provar seu valor e só fez treze gols em toda a passagem. No período, disputou posição com Paolo Guerrero e formou dupla com o sul-coreano Heung-Min Son, que enfrentou na última segunda (18).

Deixou o futebol alemão em 2013 para se reerguer com quatro temporadas sólidas na Grécia, onde chegou a marcar 31 gols em um ano pelo Panathinaikos. Foi neste período que passou a ganhar mais minutos no ataque da seleção sueca, assumindo o bastão que foi de Ibrahimovic por quase uma década.

Zlatan não é convocado desde a Eurocopa de 2016, o que abriu caminho para Berg brilhar nas Eliminatórias para a Copa do Mundo. Ele foi o artilheiro sueco com oito gols em 11 partidas e virou titular inquestionável, mesmo após trocar o Panathinaikos pelo Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos – país de futebol considerado inferior.

Marcus Berg chegou à Copa do Mundo com função fundamental na Suécia do técnico Janne Andersson, pois a equipe depende muito dos lançamentos. O atacante ajuda o grandalhão Toivonen a brigar pela bola o tempo inteiro no campo de ataque, uma estratégia meio desesperada que pode vir a ser arriscada contra a Alemanha, às 15h (de Brasília), no Estádio Olímpico de Sochi.

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