Colômbia

Técnico da Colômbia indica entrada de James Rodríguez contra a Polônia

Ricardo Moraes/Reuters
Meia começou partida contra o Japão no banco de reservas Imagem: Ricardo Moraes/Reuters

Julio Gomes

Do UOL, em Kazan (Rússia)

23/06/2018 13h12

Depois da surpreendente derrota para o Japão, na estreia, a Colômbia deve recuperar James Rodríguez, que chegou ao Mundial longe de sua plenitude física, para a partida decisiva contra a Polônia, neste domingo (24), em Kazan. Quem perder ficará perto de ser eliminado da Copa.

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James começou o jogo contra o Japão no banco e entrou só aos 13 min do segundo tempo, mas não evitou a derrota. O técnico da Colômbia, o argentino José Pekerman, confirmou que fará mais mudanças no time - mas deixou o suspense no ar sobre quais outros jogadores entrarão no time.

“James é um jogador fundamental para a nossa seleção. Mostrou nos treinamentos que está bem, ganhou confiança com os minutos no jogo anterior. O resto das situações que faltavam, ele trabalhou com intensidade nestes dias. Esperamos que possa chegar ao jogo com 100% de condições. É provável que tenhamos mais alguma mudança no time, estão todos preparados para alguma modificação que fizermos”, disse Pekerman na entrevista coletiva antes da partida.

Enquanto o técnico falava, do lado de fora da sala uma música em alto volume chamava a atenção dos voluntários e jornalistas de outros países no estádio de Kazan. A típica salsa colombiana estava sendo ouvida pelos jogadores no vestiário antes do treino - que foi aberto por apenas 15 minutos.

O ambiente parecia descontraído. O que contrasta com o momento tenso e alguma crítica que chega por parte da imprensa colombiana. Pekerman elencou as quatro chaves contra a Polônia e, logo de cara, lembrou a expulsão de Carlos Sánchez aos 3 min de jogo, na estreia.

“Número um: precisamos jogar 11 contra 11, o que não é pouco. Número dois, poder contar com os jogadores que não estavam em condições. Jogadores importantes. Número três, recuperar a confiança. Vínhamos com ela e o ambiente nos mostra que podemos recuperá-la. Número quatro, a harmonia do time, que se consolidou e isso gera otimismo.”

“No lado futebolístico, precisamos tentar impor nosso futebol, com as linhas juntas, criar chances, ser sólidos na marcação dos mais importantes jogadores poloneses”, acrescentou o argentino.

Pekerman prevê uma partida aberta, ao contrário dos jogos amarrados que têm sido a marca da Copa do Mundo. E considera que, quem fizer o primeiro gol, tem meio caminho andado para a vitória.

“Vai ser um jogo lá e cá. Os dois vão tentar ganhar, vão ter muita intensidade. É necessário saber aproveitar as oportunidades. A maioria das equipes que abrem o placar conseguem ganhar, não é fácil virar o jogo. Às vezes vemos um jogo fantástico, como ontem, e a Suíça conseguiu virar. Foi muito interessante, mas na maioria das vezes quem marca primeiro consegue uma tranquilidade para levar o jogo de forma diferente. São detalhes que ajudam muito um time e atrapalham o outro”, concluiu.

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