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Fagner lembra de chance de ficar fora da Copa para defender choro de Neymar

Pedro Martins / MoWA Press
Fagner concede entrevista coletiva após treino da seleção brasileira Imagem: Pedro Martins / MoWA Press

Danilo Lavieri, Dassler Marques, João Henrique Marques, Pedro Ivo Almeida e Ricardo Perrone

Do UOL, em Sochi

24/06/2018 13h09

Estreante em Copa do Mundo, Fagner foi mais um a sair em defesa de Neymar. Em entrevista coletiva neste domingo (24), o lateral direito da seleção brasileira lembrou da chance de ter ficado fora do Mundial por conta de uma lesão para defender o choro do camisa 10.

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Na última sexta-feira, após fazer um dos gols da vitória por 2 a 0 contra a Costa Rica, o atacante desabou no gramado e chorou. Ele foi consolado por alguns de seus companheiros e viu a atitude ser amplamente debatida por torcedores, jornalistas e pelo mundo do futebol em geral.

“Há duas semanas da Copa, eu tive uma lesão. A partir daquele momento, fiquei na dúvida se estaria aqui ou não. Acho que cada um reage de uma forma. Ele quis extravasar. Eu me senti muito emocionado e feliz por ter conseguido jogar os 90 minutos. Há 54 dias, eu estava com o risco de nem estar aqui. Então a gente sabe o que cada um passa para estar naquele momento. Falar do choro é difícil. Deve ter passado um filme na cabeça dele, de disputar mais uma Copa, fazer outro gol. É o sonho de todo atleta”, analisou.

O lateral ainda afirmou que o jogador do PSG, apesar de ser jovem, tem rodagem o suficiente no futebol para receber as críticas e cobranças. Ele também defende que o atacante tem o direito de dar respostas, mesmo que seja pelas redes sociais.

“Todo atleta tem sentimentos. Todos são humanos e todos podem ficar chateados, podem falar alguma coisa. O importante é que o grupo está com ele, vai dar apoio e suporte. Ele é experiente para absorver da melhor maneira possível”, completou.

Ainda no assunto pressão, mas no aspecto coletivo, Fagner afirmou que o Brasil só tem sido cobrado por todos para ir além das vitórias por conta do desempenho que teve na preparação para a Copa do Mundo.

O time de Tite foi o primeiro das Eliminatórias Sul-Americanas, ganhou os dois amistosos e, em mais de 20 jogos, saiu derrotado em apenas um.

“No meu ponto de vista, o que a gente fez em Eliminatórias e amistosos gerou uma expectativa muito grande. E você vem com peso ou obrigação de ganhar o jogo. Mas do outro lado tem outras equipes que se preparam muito bem, estudam o que a gente joga. Aos poucos, vamos nos consolidando como grupo dentro da competição. E a cada resultado isso gera confiança”, finalizou.

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