Copa 2018

Goleiro do Egito vira o mais velho a jogar uma Copa e pega pênalti

Kevin C. Cox/Getty Images
Essam El Hadary durante o jogo Egito x Arábia Saudita Imagem: Kevin C. Cox/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

25/06/2018 10h59

Um novo recorde da história das Copas do Mundo foi batido nesta segunda-feira (25), quando soou o apito inicial para a partida entre Egito e Arábia Saudita. Estreante, o goleiro egípcio Essam  El-Hadary tornou-se o mais velho jogador a atuar em um Mundial. Nascido em 15 de janeiro de 1973, ele tem 45 anos, cinco meses e 10 dias. Depois, aos 40 minutos do segundo tempo, o veterano ainda pegou um pênalti, batido por Fahad Al Muwallad.

Assista aos gols de Arábia Saudita 2 x 1 Egito

O antigo recorde pertencia ao goleiro colombiano Faryd Mondragón, que foi homenageado por seus colegas ao entrar em campo para os seis minutos finais do duelo entre Colômbia e Japão, na Copa do Mundo de 2014, só para bater o recorde. Naquela data, ele tinha 43 anos e 3 dias. O recordista anterior, o camaronês Roger Milla, que fez seu último jogo na Copa de 1994 aos 42 anos e 39 dias, também só atuou como reserva naquela oportunidade.

No Egito, El-Hadary foi reserva nas duas primeiras partidas da equipe, depois de uma temporada em que teve atuações abaixo da crítica pelo Al-Tawoon, da Arábia Saudita. Mohamed  El-Shenawy, que só ganhou uma chance no elenco depois da lesão do antigo titular, Mohamed Al Shenawi, em abril, acabou se tornando titular e fez boas apresentações na Copa, especialmente na estreia contra o Uruguai.

El-Hadary estreou como profissional em 1993, quando uma parte considerável dos jogadores que estão na Rússia-2018 nem havia nascido. Três anos depois, ele disputou a primeira de suas 155 partidas pelo Egito. O goleiro fez parte de quatro das sete conquistas de sua seleção na Copa Africana de Nações (1998, 2006, 2008 e 2010) e foi essencial para sua equipe chegar à decisão do torneio continental do ano passado –acabou derrotada por Camarões.

Mas ele nunca havia atuado em uma Copa do Mundo. É que, apesar do sucesso do Egito na CAN, a equipe desde 1990 não conseguia vaga no Mundial, tabu encerrado este ano. Assim, seus maiores feitos internacionais com a seleção datavam de 2009, quando jogou a Copa das Confederações. Na ocasião, o Egito ganhou da Itália por 1 a 0, mas levou 4 a 3 do Brasil - Kaká (duas vezes), Juan e Luis Fabiano furaram o agora recordista.

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