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Após derrota, técnico vê Japão brigando 'de igual para igual' com a Bélgica

Toru Hanai/Reuters
Para Akira Nishino, 'ainda há uma parede muito alta' a ser transposta pelos japoneses Imagem: Toru Hanai/Reuters

Do UOL, em São Paulo

2018-07-02T17:25:59

02/07/2018 17h25

O técnico da seleção japonesa, Akira Nishino, ficou muito abatido com a derrota de sua equipe para a Bélgica nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2018, na Rússia. As duas equipes se enfrentaram nesta segunda-feira (2), e os belgas venceram de virada por 3 a 2.

Clique aqui para ver os gols do jogo.

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Os japoneses chegaram a abrir 2 a 0 no começo do segundo tempo, graças aos gols de Genki Haraguichi e Takashi Inui. No entanto, a Bélgica marcou com Jan Vertonghen, Marouane Fellaini e Nacer Chadli, frustrando a equipe comandada por Akira Nishino.

“Esse talvez seja o grande perigo de uma Copa. Nós pressionamos, mas não sei o que faltou para a gente. Estávamos brigando de igual para igual”, lamentou o treinador japonês, vendo um duelo equilibrado. “Nossa equipe é forte o suficiente e contra a Bélgica nós poderíamos pelo menos igualá-los, eu acreditava. Tinha planos diferentes na minha cabeça e é claro que começamos muito bem, mas no final, no final, ter sofrido um gol como esse não era esperado”, analisou.

Diante do favoritismo belga, Nishino acredita que sua equipe poderia até mesmo ter feito mais gols. “Tivemos chance de marcar o terceiro. Tivemos posse de bola, controle do jogo. Mas eu acho que estávamos indo bem, continuamos. Mas a Bélgica foi uma gigante”, elogiou. "Quando estávamos ganhando por 2 a 0 e eu não quis trocar os jogadores, queria mesmo fazer mais um gol e tivemos oportunidades. Estávamos, até certo ponto, controlando a bola e o jogo, mas nesse momento a Bélgica cresceu quando eles realmente precisavam."

Com a vitória, a Bélgica enfrentará o Brasil nas quartas de final, em jogo na próxima sexta-feira (6). O Japão, por sua vez, deixa a competição – mas para o treinador da equipe, com um balanço a ser feito antes do ciclo para o Mundial de 2022.

“Queríamos, sim, fazer um bom jogo. Os jogadores também. Em cada jogo, eles lutaram, se dedicaram para essa Copa”, disse Nishino. “Acho que todos canalizaram esforços, mas ainda há uma parede muito alta para transpormos”, completou.

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