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Inconsistente, James fala em Copa como protagonista: pensamos em título

AP/Christof Stache
James Rodriguez, jogador do Bayern de Munique Imagem: AP/Christof Stache

Bruno Doro

Do UOL, em Munique (Alemanha)*

18/05/2018 04h00

James Rodríguez chegou ao Brasil, em 2014, como um mero coadjuvante na Copa do Mundo. Marcou seis gols, saiu como artilheiro e uma das estrelas do torneio. Aos 23 anos, parecia ter despontado, ali, o próximo grande astro do futebol mundial. Em quatro anos ele não virou o craque que todos esperavam. “A gente aprende a cada dia com o que vivemos”, diz o colombiano.

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Essa frase vem da experiência de James em um ciclo de Copa do Mundo dos mais inconsistentes. Ele foi contratado por um caminhão de euros pelo Real Madrid e, na Espanha, sofreu para jogar. Enfrentou troca de treinadores, amargou o banco de reservas e acabou emprestado.

No Bayern de Munique, também demorou a engrenar. Temeu perder espaço quando os bávaros resolveram trocar de técnico. Bem ou mal, terminou a temporada pré-Copa titular e participando de quatro gols (dois gols e duas assistências) nos últimos quatro jogos que disputou.

Lintao Zhang/Getty Images
Imagem: Lintao Zhang/Getty Images
"O dez precisa aparecer constantemente"

“Para mim, o James Rodriguez teria que ser um dez. E esse dez tem que aparecer para o jogo e fazer diferença. Ele tem qualidade, mas essa qualidade precisa ser constante. Não dá para ser partida sim, partida não. Um gol de falta aqui, uma assistência lá. Precisa aparecer constantemente. Eu estava na Alemanha na semana passada e acompanhei o jogo contra o Stuttgart. Foi o último jogo do Bayern na temporada. E lá, vimos um James muito abaixo daquilo que todos esperamos”, analisa Paulo Sérgio, tetracampeão com a seleção brasileira, ex-jogador do Bayern de Munique e embaixador da Bundesliga no Brasil.

É claro que existem alguns fatores que diminuem um pouco a decepção da na análise do jogador. James chegou ao Real Madrid com apenas 23 anos. Era jovem e inexperiente e nunca tinha jogado em um time com tantas estrelas. E, no início, foi titular e jogou quando o técnico era Carlo Ancelotti. Quando o italiano saiu para a chegada de Zidane, ele perdeu espaço. No Bayern, ele também teve de se readaptar a uma mudança de comando, quando o mesmo Ancelotti saiu para a volta do veterano Jupp Heynckes.

E, em poucos minutos conversando com o colombiano, é possível perceber como ele é um jogador que depende de segurança no banco de reservas para render mais. Olhe o que ele falou sobre o técnico argentino José Pekerman, à frente da seleção da Colômbia desde 2012:  “Pekerman é muito importante. É um técnico que sabe extrair o melhor de jogadores que têm talento. Para mim, foi como um pai. Me ajudou muito, tanto no futebol quanto na minha vida. Estou muito agradecido por ter a oportunidade de trabalhar com ele”.

"Falamos em ser campeões"

EFE/MAURICIO DUENAS CASTAÑEDA
Imagem: EFE/MAURICIO DUENAS CASTAÑEDA

 Não à toa, foi ele, Pekerman, quem extraiu o melhor de James até agora no futebol. E isso só aumenta a confiança do jogador em uma Copa do Mundo surpreendente. Mesmo sabendo que o país nunca passou das quartas de final do Mundial e lembrando das dificuldades que o time enfrentou nas Eliminatórias Sul-Americanas – o time conquistou a última vaga direta na Rússia-2018 na rodada final e não venceu em seus últimos quatro jogos na competição.

“Temos uma seleção boa e de qualidade. Um grupo jovem, que tem muitas chances de fazer uma grande Copa do Mundo. Todos sabem que é um caminho duro e árduo pelo título, mas acho que é possível. Nas partidas que fizemos nos últimos quatro anos, falamos em ser campeões”, afirma.

Sim, James Rodriguez está falando em título. De onde vem a confiança? Talvez das similaridades entre sua trajetória nos últimos quatro anos com o rendimento da própria Colômbia nas Eliminatórias. O time era um dos favoritos no início do torneio, mas teve de batalhar muito durante as 18 rodadas para conquistar a última vaga direta na Copa.

“Todos sabiam que as eliminatórias seriam duras. Você joga em duzentos países, muito distantes, com climas diferentes, com altitudes diferentes. Tudo isso torna as Eliminatórias sul-americanas muito mais difíceis”, explica.

* O repórter viajou à Alemanha a convite da Adidas

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