Croácia

Grupo D PTS J GP S
arg 0 0 0 0
cro 0 0 0 0
isl 0 0 0 0
ngr 0 0 0 0
Zona de classificação

Croácia corta oito e reduz para 24 o número de pré-convocados para a Copa

Louisa Gouliamaki/AFP
Jogadores da Croácia comemoram classificação à Copa após empate contra a Grécia Imagem: Louisa Gouliamaki/AFP

Do UOL, em São Paulo

21/05/2018 09h47

Nesta segunda-feira (21), o técnico Zlato Dalic anunciou oito cortes em relação à pré-lista de 32 jogadores que havia elaborado para a Copa do Mundo. Com isso, restam 24 atletas a seu serviço, e mais um terá de ser dispensado antes do início da competição.

Os jogadores cortados são Karlo Letica, do Hajduk, Borna Barisic, do Osijek, Zoran Nizic, do Hajduk, Borna Sosa, do Dínamo de Zagreb, Marko Rog, do Napoli, Mario Pasalic, do Spartak, Duje Cop, do Standard Liège, e Ivan Santini, do Caen.

Como esperado, os astros Mateo Kovacic e Luka Modric, do Real Madrid, e Ivan Rakitic, do Barcelona, seguem na lista.

Segundo comunicado emitido pela Federação Croata de Futebol, o último corte deve ser feito até o dia 4 de junho. Vale lembrar que dois dias antes a seleção europeia enfrenta o Brasil em Liverpool, em amistoso preparatório para a Copa do Mundo.

Veja os 24 jogadores a serviço da seleção da Croácia:

Goleiros: Danijel Subašic (Monaco), Lovre Kalinic (Gent) e Dominik Livakovic (Dínamo de Zagreb)

Defensores: Vedran Corluka (Lokomotiv), Domagoj Vida (Besiktas), Ivan Strinic (Sampdoria), Dejan Lovren (Liverpool), Sime Vrsaljko (Atlético de Madri), Josip Pivaric (Dínamo de Kiev), Tin Jedvaj (Bayer Leverkusen), Matej Mitrovic (Club Brugge) e Duje Caleta-Car (Red Bull Salzburg)

Meio-campistas: Luka Modric (Real Madrid), Ivan Rakitic (Barcelona), Mateo Kovacic (Real Madrid), Milan Badelj (Fiorentina), Marcelo Brozovic (Inter de Milão) e Filip Bradaric (Rijeka)

Atacantes: Mario Mandzukic (Juventus), Ivan Perisic (Inter de Milão), Nikola Kalinic (Milan), Andrej Kramaric (Hoffenheim), Marko Pjaca (Schalke) e Ante Rebic (Frankfurt)

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está fechada

Não é possivel enviar comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
UOL Esporte - Imagens
Copa do Mundo 2018
UOL Esporte - Futebol
EFE
EFE
UOL Esporte - Futebol
UOL Esporte - Futebol
UOL Esporte - Futebol
UOL Esporte - Futebol
UOL Esporte - Futebol
UOL Esporte - Futebol
UOL Esporte - Futebol
UOL Esporte - Futebol
UOL Esporte - Futebol
UOL Esporte - Futebol
BBC
Redação
Blog Julio Gomes
Redação
Redação
Redação
Redação

Redação

Mais finalizador, Brasil enfrenta um Chile que passa e corre mais

Uma análise das estatísticas do que apresentaram Brasil e Chile ao final da primeira fase da Copa do Mundo não revela diferenças tão gritantes entre as equipes. Os números de faltas são bem parecidos, a proporção de gols marcados para as chances efetivas criadas é semelhante e cada time tem um período do jogo que se sente mais à vontade para dar o bote no adversário. Entretanto, a fome do Brasil para chutar a gol e a forma como o Chile dá importância ao passe e aos deslocamentos pelo campo são os principais pontos que opõem as seleções que se enfrentam no próximo sábado, às 13h (horário de Brasília), no Mineirão. Time considerado por Felipão como o mais temido do Grupo B desde a definição do sorteio dos grupos da Copa, realizado em dezembro do ano passado, o Chile mostrou nas suas três primeiras partidas no torneio que, independentemente do adversário, seu estilo de jogo não vai, nunca, deixar de valorizar o passe. Contra Austrália, Espanha e Holanda, o número de passes trocado pelos chilenos foi incrivelmente parecido. Na estreia, contra os australianos, a seleção dirigida por Jorge Sampaoli deu 435 passes (contra 739 do adversário). Diante dos espanhóis, imbatíveis nos últimos anos na forma de valorizar o fundamento (foram 705 passes), os chilenos deram 464 passes. Já na última rodada do Grupo B, contra a Holanda, foram 479 passes (contra pouquíssimos 197 do time de Louis Van Gaal). Na média, são 459,3 passes por jogo, o que não necessariamente significa garantia de posse de bola maior do que a exercida pelo adversário. Neste quesito, o Chile teve mais a bola no pé contra a Austrália (62%) e a Holanda (64%). Diante dos espanhóis, ficou com o domínio da iniciativa de jogo em 44% do tempo. $escape.getH()uolbr_geraModulos('embed-lista','/2014/estatisticas-brasil-x-chile-1403571331825.vm')

UOL Esporte - Futebol
TV Copa
Redação
Redação
do UOL
Redação
Redação
Redação
Topo