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Nigéria adianta prêmio a elenco para evitar novo boicote e pressão na Copa

Celso Junior/Getty Images
Jogadores da Nigéria se reúnem após derrota na Copa de 2014 Imagem: Celso Junior/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

18/05/2018 04h00

A Nigéria tem duas preocupações claras na Copa do Mundo. A primeira é passar pelo grupo que conta com Argentina, Croácia e Islândia e chegar às oitavas de final. A segunda é não enfrentar mais uma vez ameaça de boicote e problemas de relacionamento com os jogadores por culpa de premiação, como aconteceu em 2014.

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Contando com ajuda do governo local, da Confederação Africana de Futebol (CAF) e da Fifa, a Nigéria abriu o jogo com os atletas da seleção desde o ano passado, quando a equipe obteve a vaga antecipada para o Mundial na Rússia. Foram acertados valores e prazos para pagamento.

A federação nigeriana se comprometeu em novembro de 2017 a pagar US$ 2,8 milhões ao time (em cotação da época, cerca de R$ 8 milhões) antes da Copa, já que os jogadores temiam um calote. Pressionada em abril sobre o pagamento, a entidade avisou que já havia levantado o dinheiro para enviar ao time.

Para isso, contou com a ajuda do governo nigeriano e também com uma “forcinha” da CAF. A confederação africana agiu ao lado da Fifa e conseguiu um adiantamento de US$ 2 milhões para as cinco seleções do continente classificadas para o Mundial (as outras são Egito, Marrocos, Nigéria e Tunísia).

Todas as seleções da Copa têm um prêmio garantido de US$ 8 milhões pela participação na primeira fase. Esse valor aumenta de acordo com a evolução da equipe no torneio.

“Esse dinheiro resolverá antecipadamente o tema do bônus previsto para os jogadores. Isso provocou situações que afetaram negativamente a imagem do futebol africano no passado, com impacto considerável no rendimento das equipes”, declarou Ahmad Ahmad, presidente da CAF.

A Nigéria, inclusive, protagonizou dois desses episódios citados pelo dirigente. Em 2013, durante a Copa das Confederações, a delegação atrasou sua chegada ao Brasil por culpa das discussões sobre premiação. No ano seguinte, durante a Copa, houve rumores de que os jogadores ameaçaram não entrar em campo nas oitavas de final enquanto não recebessem o pagamento do bônus prometido.

Eles chegaram a perder uma sessão de treinos. O presidente da Nigéria na época, Goodluck Jonathan, precisou intervir e enviou o ministro dos Esportes às pressas para o Brasil levando o dinheiro combinado com os jogadores. Dias depois, a Nigéria foi eliminada pela França nas oitavas.

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