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Os bastidores do futebol em primeira mão

"Remédio antiviolência", biometria foi barrada pelos próprios clubes do Rio

Luciano Belford/AGIF
Policiais atiram spray de pimenta para tentar evitar que torcedores do Vasco invadissem o gramado Imagem: Luciano Belford/AGIF
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Do UOL, em São Paulo

13/07/2017 04h00

Não fosse pela postura contrária dos quatro grandes clubes cariocas, Ferj, CBF e Maracanã S.A, a barbárie de São Januário poderia ter sido minimizada. Em maio deste ano, o juiz Guilherme Schilling acatou ação movida pelo Ministério Público, que pedia a adoção da biometria nos estádios do Estado do Rio. Flamengo, Fluminense, Botafogo, o próprio Vasco e as outras partes citadas entraram com recursos e o efeito suspensivo contra a decisão foi deferido pelo desembargador Gilberto Clóvis de Farias Matos, da 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

As alegações para a não implementação do sistema biométrico são variadas, mas todos são unânimes ao afirmar que não cabe a entes particulares a implantação da medida. O padrão de segurança, se instalado nos estádios, permitiria a identificação de torcedores com histórico de violência, problema apontado pela Polícia Militar como fundamental para a prevenção a novas confusões. No último sábado, um torcedor morreu após uma briga generalizada dentro e fora de São Januário no clássico entre Vasco e Flamengo. (por Bruno Braz e Leo Burlá)

São Paulo: Redução de gastos

O São Paulo, nas últimas semanas, reduziu seu corpo de funcionários. Foram cortados profissionais de diversas áreas, majoritariamente no Morumbi, e incluindo o departamento de comunicação do clube. A decisão tem motivações econômicas e de otimização do trabalho.

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