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Os bastidores do futebol em primeira mão

Camaro de D. Vitor vira alvo de processo em que santista acusa empresários

Léo Pinheiro/Framephoto/Estadão Conteúdo
Diogo Vitor comemora gol pelo Santos; atacante vive batalha judicial com agentes que envolve Camaro Imagem: Léo Pinheiro/Framephoto/Estadão Conteúdo
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Do UOL, em São Paulo

11/05/2018 04h00

No fim de abril, as empresas Elenko, dos agentes Guilherme Miranda e Fernando Garcia, e B2M, do empresário Bruno Misorelli, chegaram a bloquear os salários de Diogo Vitor, promissor atacante do Santos que está suspenso preventivamente por doping. Os agentes cobravam um empréstimo de R$ 150 mil, mas a defesa do jogador agora os acusa de fraude: diz que o dinheiro jamais foi depositado em sua conta, e que a conta que aparece no contrato do empréstimo é de uma das empresas dos próprios agentes.

O advogado Aldo Giovani Kurle, que representa as empresas, diz que o valor foi emprestado na forma de um veículo Camaro em 2015. O carro ficou famoso no Santos e causou uma das primeiras polêmicas de Diogo Vitor. Antes mesmo de estrear no profissional, assim que assinou seu primeiro contrato, o jovem apareceu no clube com o carro esportivo, que chamou atenção. Foi nessa época que ele irritou a direção com sumiços e a falsa morte da avó e chegou a ser afastado. O jovem precisou vender o famigerado Camaro para pagar dívidas em 2016, preocupando os cartolas. (Por Pedro Lopes)

São Paulo pede mais tempo para Marcos Guilherme

O São Paulo tem contrato com Marcos Guilherme só até o fim de junho e o jogador ainda não sabe qual será o seu destino. Nesta semana, integrantes do departamento de futebol tiveram uma reunião com o jogador para discutir a situação. Segundo apurou a De Primeira, o Tricolor pediu mais tempo e paciência para o atleta para que o clube tente resolver o imbróglio. O Atlético-PR quer receber 3 milhões de euros para liberar o atleta e o time do Morumbi não quer pagar tal valor neste momento.

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