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Os bastidores do futebol em primeira mão

Palmeirenses montam dossiê para sustentar vantagem histórica no dérbi

Daniel Vorley/AGIF
Dudu lamenta no Corinthians x Palmeiras do último fim de semana; alviverdes argumentam que seguem na frente Imagem: Daniel Vorley/AGIF
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Do UOL, em São Paulo

17/05/2018 04h00

Um grupo composto por pesquisadores e conselheiros do Palmeiras elaborou um dossiê de 20 páginas para argumentar que os jogos do Torneio Início contra o Corinthians devem valer na contagem de quem tem mais vitórias na história do dérbi. O documento foi redigido na semana anterior ao dérbi do último domingo, no qual, segundo as contas alvinegras, o Corinthians alcançou o rival com 126 vitórias para cada lado. Já os alviverdes sustentam que seguem em vantagem, com 130 vitórias contra 128 (entenda a briga completa aqui). No dossiê, os palmeirenses alegam que o Torneio Início era uma competição oficial, organizada e chancelada pela entidade máxima do futebol estadual, com regulamento definido, arbitragem oficial, divulgação midiática e súmula.

Desde 2005, quando o departamento de acervo histórico foi implementado oficialmente no clube, o grupo de pesquisadores do Palmeiras trabalha com a linha de que os jogos do Torneio Início entram para a contagem. Já o principal argumento do Corinthians – o de que essas partidas não valem porque não eram de 90 minutos – é rebatido com o fato de que, no início da prática do esporte, nem todos os jogos tinham essa duração. "Se o Corinthians entende que os jogos do Torneio Início contra o Palmeiras devam ser descartados e não valem nada, entendemos que eles prestam um desserviço à memória de seu próprio clube (...) Nós, do Palmeiras, damos muito valor a tudo aquilo que conquistamos, com suor e fibra, no gramado em que a luta sempre nos aguarda. Principalmente a todas as vitórias sobre o nosso maior rival", diz o texto. (Por Leandro Miranda)

Palmeiras: Aumento de mandato pode valer só em 2020

Mesmo que o Conselho Deliberativo do Palmeiras aprove, em reunião na próxima segunda-feira, a mudança estatutária que aumenta o mandato presidencial do clube de dois para três anos, é possível que a nova regra passe a valer somente a partir de uma eventual eleição de 2020, e não já em 2018. Essa é a promessa do presidente do órgão, Seraphim Del Grande, que afirmou que, caso a proposta de mandato de três anos saia vencedora, abrirá logo em seguida uma nova votação para definir se ela já se aplicará ao pleito de novembro deste ano.

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