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Seleção evita jogo no Marrocos após polêmica "traição" do presidente da CBF

Lucas Figueiredo/MoWA Press
Coronel Nunes sorri Imagem: Lucas Figueiredo/MoWA Press
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Do UOL, em São Paulo, Rio de Janeiro e Jeddah (SAU)

18/10/2018 04h00

Nas inúmeras negociações por amistosos em datas Fifa, a seleção brasileira se viu diante de uma possibilidade de atuar no Marrocos ainda em 2018. As conversas chegaram a ser iniciadas pela empresa que detém os direitos de comercializar os jogos da equipe, a Pitch, mas não puderam avançar. Tudo por conta de um recente desgaste causado pelo presidente da CBF, Coronel Nunes, em episódio envolvendo a federação africana.

O mandatário brasileiro traiu o acordo da Conmebol de votar na candidatura de Estados Unidos, México e Canadá como sede para a Copa de 2030, votando nos marroquinos. Um jogo em Marrocos neste momento poderia gerar desconfianças e aumentar o desgaste com a entidade e outros parceiros do continente americano. Diante disso, a Pitch, juntamente com a CBF, levou os jogos de outubro para a Arábia Saudita e ainda busca uma cidade para o segundo amistoso de novembro – o primeiro será em Londres, contra o Uruguai. (Por Pedro Ivo Almeida)

Sem Messi, Argentina não teve voo fretado e sofreu

Sem Lionel Messi como parte do grupo, a seleção argentina acabou perdendo o direito de ter um voo fretado para chegar à Arábia Saudita e deixar o local. Caso o maior astro tivesse convocado para os amistosos contra Iraque e Brasil, o governo local providenciaria o voo exclusivo para os hermanos. Sem o craque do Barcelona, nada feito.

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