Além de Guerrero, relembre outros que culparam chá de coca por doping

Do UOL, em São Paulo

  • Thiago Ribeiro/AGIF

Paolo Guerrero foi flagrado no exame antidoping em teste feito depois da partida do Peru contra a Argentina, nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Ao UOL Esporte, um dos advogados do jogador admitiram que a substância encontrada é um metabólico de cocaína. A defesa alega o uso de chá de coca para a presença da droga na urina do atleta.

Mas não foi só Guerrero que passou por uma situação assim, com risco de ser punido por até quatro anos por conta do doping. O UOL Esporte relembra outros três casos em que as defesas dos atletas alegaram o uso de chá de coca para justificar a presença da droga no organismo.
 

Arquivo/Folha Imagem
Arquivo/Folha Imagem

Zetti (seleção brasileira, 1993)

O goleiro da seleção brasileira deu positivo para um metabólico de cocaína em exame antidoping realizado após a partida entre Brasil e Bolívia, em 1993, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo do ano passado. Zetti foi suspenso, mas a defesa do jogador alegou a ingestão de chá de coca para amenizar os efeitos da altitude boliviana antes do jogo pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. As autoridades entenderam, na época, que o resultado do exame apresentou apenas traços da substância no organismo de Zetti, o que sustentou a tese da defesa.
AFP PHOTO/ MIGUEL ROJO
AFP PHOTO/ MIGUEL ROJO

Rimba (Bolívia, 1993)

O zagueiro boliviano foi flagrado após antidoping realizado na mesma partida em que Zetti foi pego entre Bolívia e Brasil em 1993 e teve a mesma substância detectada no goleiro brasileiro. O jogador foi suspenso preventivamente, mas alegou o uso de chá de coca. A Fifa entendeu que o argumento da defesa era válido e absolveu o atleta.
Ian Walton/Getty Images
Ian Walton/Getty Images

Sebastián Eguren (Nacional-URU, 2004)

Quando estava no Nacional-URU, Eguren testou positivo para o metabólico de cocaína após jogo contra o El Nacional, do Equador. O jogador chegou a ser suspenso por dois anos. Sua defesa alegou que o atleta havia ingerido chá de coca misturado ao mate e então teve a pena reduzida para seis meses.

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