Dez brasileiros que estão defendendo outras seleções por aí

Do UOL, em São Paulo

Os jogadores brasileiros estão conseguindo vaga em seleções de diferentes países. Até na Rússia tem representante do futebol pentacampeão. O Qatar é outro exemplo, com o meia Rodrigo Tabata, velho conhecido dos torcedores de Santos e Goiás. A Itália é outro reduto famoso. Veja mais casos de brasileiros nos planos de seleções estrangeiras.

Brasileiros 'gringos'

AFP PHOTO/EMMANUEL DUNAND
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Diego Costa (Espanha)

O atacante que estava nos planos de Luiz Felipe Scolari para a seleção brasileira optou pela Espanha antes da Copa do Mundo de 2014. Recentes polêmicas agora ameaçam seu lugar na seleção de Vicente Del Bosque.
REUTERS/Fadi Al-Assaad
REUTERS/Fadi Al-Assaad

Rodrigo Tabata (Qatar)

Ex-Santos e Goiás, o meia foi naturalizado para defender a seleção do Qatar, país onde defende o Al-Rayyan. Ele tentará ajudar o Qatar a conquistar uma vaga na Copa do Mundo de 2018. Tabata deixou o Santos em 2006 para jogar no futebol turco e nunca mais voltou a atuar no Brasil.
Divulgação/Uefa
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Pepe (Portugal)

O zagueiro do Real Madrid defende a seleção portuguesa desde 2007, período no qual já disputou duas Copas do Mundo e duas Eurocopas. Antes de ir para a Espanha, fez sucesso no futebol de Portugal atuando por Porto e Marítimo.
Valter Parisotto / AP
Valter Parisotto / AP

Thiago Motta (Itália)

Jogador do PSG e com a carreira profissional toda feita na Europa, recebeu autorização da Fifa para defender a Itália em 2010, estreando no ano seguinte. Depois de defender o Barcelona por seis anos, criou grande identificação com os italianos ao ficar três temporadas na Inter de Milão.
Vassil Donev/EFE/EPA
Vassil Donev/EFE/EPA

Éder (Itália)

O catarinense deixou o Criciúma ainda jovem, aos 19 anos, e desde 2005 faz carreira no futebol italiano. Atualmente na Inter de Milão, foi chamado pela seleção italiana pela primeira vez no ano passado.
Maurizio Lagana/Getty Images
Maurizio Lagana/Getty Images

Jorginho (Itália)

Convocado neste ano pela primeira vez pela Itália, o volante de 24 anos é titular do Napoli e tem como principal característica a eficiência no passe. Transferiu-se ainda na adolescência para o futebol italiano, passando pelas categorias de base do Verona.
Divulgação / Site Oficial
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Guilherme Marinato (Rússia)

O goleiro vai completar nove anos no futebol russo, defendendo o Lokomotiv Moscou. Foi para a Rússia depois de se destacar pelo Atlético-PR, em 2007, e se naturalizou no fim do ano passado.
Francisco Leong/AFP
Francisco Leong/AFP

Marcelinho (Bulgária)

O meia-atacante amazonense defendeu times como Mogi Mirim, São Caetano e Bragantino antes de se transferir para o Ludogorets Razgrad, da Bulgária, em 2011. Marcelinho é ídolo do time e ganhou espaço na seleção. Na semana passada, foi dele o gol da vitória no amistoso diante de Portugal.
Best Photo Agency & C / Pier Gia
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Marcos González (Chile)

Ex-Flamengo, o zagueiro nasceu no Rio de Janeiro, mas mudou-se para o Chile com dois anos. Só voltou a morar no Brasil em 2012, quando fechou com o Flamengo, mas seus principais times foram no Chile, como Universidad Católica, Universidad de Chile e Unión Española.
Best Photo Agency & C / Pier Gia
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Benny Feilhaber (Estados Unidos)

Nascido no Rio de Janeiro, Benny atua como meio-campista e já disputou competições oficiais pelos Estados Unidos, incluindo a Copa do Mundo de 2010. Ele, no entanto, critica os critérios do atual treinador da seleção, Jurgen Klinsmann, que não o convoca desde 2014.

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