Guerrero não é exceção: 8 jogadores que pegaram gancho pesado por doping

Do UOL, em São Paulo

  • ERNESTO BENAVIDES/AFP

Nesta sexta-feira (8), a Fifa anunciou que Paolo Guerrero foi suspenso por um ano por doping. Com isso, o centroavante do Flamengo e da seleção peruana não está elegível para jogar a Copa do Mundo de 2018, que será disputada na Rússia, assim como qualquer tipo de partida até dia 3 de novembro do ano que vem, correndo risco de não mais defender as cores do clube carioca.

Não é a primeira vez que um jogador recebeu uma grande suspensão ao ser flagrado no exame antidoping. Alguns atletas dar a volta por cima após um tempo longe dos gramados, enquanto outros acabaram vendo a carreira ruir.
 

Veja os casos:

Evelson Freitas/Folhapress
Evelson Freitas/Folhapress

DINEI

Em 1996, quando jogava no Coritiba, o atacante foi suspenso por 240 dias após testar positivo para cocaína. Voltou com tudo e participou dos títulos brasileiros do Corinthians em 1998 e 1999.
Reuters
Reuters

MARADONA

Em março de 1991, depois da vitória do Napoli por 1 a 0 sobre o Bari, Maradona foi pego no exame antidoping por uso de cocaína e foi suspenso por 15 meses e depois voltou a atuar pelo Sevilla. Em 1994, o argentino voltou a ser pego no antidoping durante a Copa do Mundo e recebeu a punição de 15 meses com a utilização da substância efedrina. Depois disso, a carreira de Maradona passou por altos e baixos até 1997, quando se aposentou.
Júlio Cesar Guimarães/UOL Esporte
Júlio Cesar Guimarães/UOL Esporte

DODÔ

Dodô foi pego no exame antidoping em 2007, quando defendia o Botafogo, pelo uso da substância anfetamina. O ex-atacante foi punido pelo STJD por 120 dias, mas foi absolvido após recurso do time carioca. Apesar disso, a Fifa entrou no caso e suspendeu o jogador por dois anos. Ele retornou ao futebol apenas em dezembro de 2009, atuando pelo Vasco.
Vitor Silva / SSPress
Vitor Silva / SSPress

JOBSON

Ele era o destaque do Botafogo em 2009, mas foi flagrado no antidoping por uso de cocaína em dois jogos do Campeonato Brasileiro e suspenso por dois anos. Em 2010, ele retornou ao Botafogo e teve boas atuações, passou pelo Bahia e voltou a ser punido por mais seis meses depois de uma revisão da Agência Mundial Antidoping e só voltou em 2012. Atualmente, ele está suspenso pela Fifa desde o ano de 2015 por se negar a fazer o exame quando atuava na Arábia Saudita.
REUTERS/Enrique Marcarian
REUTERS/Enrique Marcarian

CANIGGIA

Quando jogava na Roma em 1993, testou positivo para cocaína. O carrasco do Brasil na Copa de 1990 confessou ter usado drogas, foi suspenso por 13 meses, mas voltou a tempo de disputar a Copa de 1994. Cannigia voltou a jogar em alto nível, passou por vários clubes como Benfica e Boca Juniors e se aposentou em 2012, quando atuava pelo Wembley FC.
Flávio Florido/Folhapress
Flávio Florido/Folhapress

LOPES

O camisa 7 do Palmeiras que venceu a Copa dos Campeões em 2000 era um meia promissor que viu sua carreira ruir naquele mesmo ano, depois de ser pego no antidoping por uso de cocaína e suspenso por 120 dias. Sua caminhada no futebol ficou marcada por altos e baixos, como a artilharia da Libertadores em 2001 e rebaixamento para a Série B em 2002.
Fernando Santos/Folha Imagem
Fernando Santos/Folha Imagem

MAX

O atacante com passagens por Palmeiras e América-RN foi suspenso por dois anos em 2012 por uso de cocaína. No julgamento, alegou ter usado a droga após uma discussão com a noiva. Ele conseguiu voltar no fim de 2013 e defendeu o Tombense na Série C deste ano.
Rodrigo Ferreira/Photocamera
Rodrigo Ferreira/Photocamera

MICHAEL

Em 2013, o jovem jogador do Fluminense foi pego no exame antidoping e assumiu ser usuário de cocaína, logo depois de ter sido convocado para a seleção sub-20. Cumpriu a suspensão e hoje joga emprestado ao Boa Vista, do Rio de Janeiro.

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