Melhor da rodada: "vovôs" do Brasileirão decidem e drama no gol do líder

Do UOL, em São Paulo

A primeira parte da quinta rodada do Brasileirão, que teve sete jogos na última quarta-feira (1), incluindo dois clássicos, foi dominada pelos "vovôs" do futebol nacional. Isso mesmo: os trintões brilharam nos gramados do país – e olha que Grafite esteve tímido desta vez.

Foram seis gols marcados pelos veteranos (três só de Bruno Rangel!), média de quase um por jogo.

E ainda teve mais na rodada, como a clássica reclamação contra a arbitragem – do Santos, que perdeu para o Corinthians por 1 a 0 – e aplausos do adversário para Levir Culpi. Veja lista com o que de melhor aconteceu na quarta.

Melhor da rodada

Gols de veteranos

Bruno Rangel (34 anos) liderou a Chapecoense à vitória por 4 a 3 contra o Coritiba, com três gols na conta. Na mesma partida, Rafael Marques (32), zagueiro dos paranaenses, também deixou a sua marca. O atacante Edmilson (33) fez o da vitória do Sport sobre o Santa Cruz, em clássico no Arruda. Já o "He-Man" Rafael Moura (33) assegurou o triunfo por 1 a 0 do Figueirense sobre o São Paulo. Foram 14 tentos marcados nos sete confrontos, seis deles de veteranos do futebol brasileiro.

O gol, a liderança e o drama

Aos 36 minutos do primeiro tempo da partida entre Internacional e Atlético-PR, no Beira-Rio, Vitinho estufou as redes e, com o gol, o time gaúcho assumiu liderança provisória do Brasileirão - precisará agora torcer contra o Grêmio para manter o posto (nada que o colorado não esteja acostumado a fazer...). Mas a comemoração foi tímida: no lance, Cleberson se chocou com Paulão e caiu sangrando no gramado. Ele precisou de atendimento imediato, e isso não foi suficiente, visto que foi substituído logo depois, por Wanderson.

Clássico com gol irregular? Para santistas, sim

O Corinthians venceu o Santos por 1 a 0, gol de Giovanni Augusto originado depois de falta marcada pelo juiz Leandro Pedro Vuaden no próprio jogador. Mas será que foi mesmo? Na saída de campo, dois santistas reclamaram do lance: Gustavo Henrique e Renato, o capitão do time. O zagueiro disse que "a arbitragem brasileira às vezes vai 'no intuito' da torcida", e o volante acusou o meia de ter se jogado. "Eu cobrei o árbitro na hora", lembrou o camisa 8.

Lambanças de Victor

Em mais de 200 jogos pelo Atlético, certamente a partida com o Fluminense está entre as que mais o goleiro foi acionado para jogar com os pés. A quantidade de bola recuada impressionou, nas duas etapas. Além disso, Victor atuou como uma espécie de líbero, sempre fazendo a cobertura da defesa, que jogava adiantada. E o goleiro do Atlético se complicou, com muitos chutões errados e um passe nos pés de Fred. Por sorte e boa recomposição da defesa, o Atlético acabou não levando gol no lance.

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