Não vingaram! 30 contratações que viraram mico na temporada 2017

Do UOL, em Santos (SP)

A ideia de toda contratação, obviamente, é que ela renda dentro de campo e ajude a sua equipe a conquistar resultados positivos. Muitas vezes, porém, isso acaba não acontecendo. Pelo contrário. A decepção é grande e o jogador só acaba dando prejuízos ao clube. Não faltaram exemplos na temporada 2017, e o UOL Esporte separou uma lista com 30 deles espalhados pelo Brasil. Veja:

OS MICOS DA TEMPORADA 2017

Gilvan de Souza/ Flamengo
Gilvan de Souza/ Flamengo

Conca (Flamengo)

Chegou em janeiro ainda em processo de recuperação de uma lesão no joelho e não vingou. Estreou apenas em junho e atuou 27 minutos com a camisa do Flamengo.
Gilvan de Souza/Divulgação
Gilvan de Souza/Divulgação

Geuvânio (Flamengo)

Atacante pouco jogou e praticamente não deu resultado: apenas um gol em 23 partidas disputadas, sendo dez como titular. Em todas elas acabou substituído.
Ale Cabral/AGIF
Ale Cabral/AGIF

Denílson (São Paulo)

Emprestado pelo Granada (ESP) em junho, foi dispensado pelo São Paulo antes mesmo da última semana de treinos. Foram 12 jogos, dois como titular, e apenas um gol.
Julia Chequer/Folhapress
Julia Chequer/Folhapress

Neílton (São Paulo)

Chegou ao São Paulo no começo do ano após uma troca com o Cruzeiro por Hudson. Não agradou e foi devolvido ao clube mineiro ainda no mês de maio. Foram só nove jogos pelo clube tricolor, e nenhum gol.
Érico Leonan/saopaulofc.net
Érico Leonan/saopaulofc.net

Wellington Nem (São Paulo)

Uma lesão grave no joelho direito ainda no mês de julho fez Wellington Nem aparecer pouco com a camisa do São Paulo em 2017. Foram apenas dez jogos pelo Brasileirão e um gol com a camisa tricolor em toda temporada.
Carlos Gregório Jr/Vasco
Carlos Gregório Jr/Vasco

Luis Fabiano (Vasco)

Contratado em fevereiro, atacante sofreu com lesões e jogou apenas 20 partidas em 2017 - marcou seis gols. Deixou o Vasco na mão boa parte da temporada.
Paulo Fernandes/Vasco.com.br
Paulo Fernandes/Vasco.com.br

Escudero (Vasco)

Anunciado como presente de Natal para a torcida do Vasco, foi praticamente esquecido dentro do elenco e jogou apenas sete partidas no Brasileirão. Fez só um gol em 2017, no Carioca.
Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians
Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians

Fellipe Bastos (Corinthians)

Entre os reforços para 2017, foi provavelmente o pior em custo-benefício. Pouco usado durante a temporada, chegou a ficar mais de oito meses afastado da equipe titular.
Daniel Augusto Jr/Corintnians
 Daniel Augusto Jr/Corintnians

Clayton (Corinthians)

Chegou como esperança, mas não agradou. Fez apenas dois gols e acabou devolvido, a pedido de Rogério Micale, depois de ter até alguns desentendimentos com colegas no vestiário.
Daniel Vorley/AGIF
Daniel Vorley/AGIF

Kazim (Corinthians)

Não foi bem quando precisou substituir Jô e virou alvo de críticas da torcida no período em que o Corinthians balançou no Campeonato Brasileiro.
Maurícia da Matta/E.C. Vitória
Maurícia da Matta/E.C. Vitória

Cleiton Xavier (Vitória)

Chegou ao Vitória em janeiro como uma das grandes contratações para 2017. Até foi bem no Estadual, mas terminou o Campeonato Brasileiro sem ser lembrado. Foram apenas 17 jogos, boa parte como reserva, e um gol.
MARCOS BEZERRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
MARCOS BEZERRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Wesley (Sport)

Chegou por indicação do técnico Vanderlei Luxemburgo e praticamente passou despercebido. Foram apenas nove jogos com a camisa do Sport e nenhum gol marcado.
Divulgação/SantosFC
Divulgação/SantosFC

Vladimir Hernández (Santos)

O baixinho colombiano estreou com gol de bicicleta e depois não fez mais nada. A sua escalação por Dorival Júnior foi um dos motivos da diretoria avaliar que o treinador não estava bem no comando do time.
Ivan Storti/ Santos FC
Ivan Storti/ Santos FC

Leandro Donizete (Santos)

Reserva durante toda a temporada, foi titular no jogo mais importante do ano contra o Barcelona, do Equador. Seu desempenho foi bastante criticado e sua escalação iniciou uma ?campanha? da torcida para a demissão de Levir Culpi.
Ivan Storti/ Santos FC
Ivan Storti/ Santos FC

Fabián Noguera (Santos)

O zagueiro argentino foi contratado após indicação de um taxista e um garçom ao empresário Luiz Taveira, ligado ao presidente Modesto Roma. Não rendeu e jogou apenas nove partidas pelo Santos.
PontePress/ Rodrigo Ceregatti
PontePress/ Rodrigo Ceregatti

Rodrigo (Ponte Preta)

Basicamente rebaixou a Ponte Preta depois de um ato infantil no jogo mais decisivo do ano, contra o Vitória, ao dar uma ?dedada? no adversário e ser expulso de campo.
Miguel Schincariol/Getty Images
Miguel Schincariol/Getty Images

Emerson Sheik (Ponte Preta)

Até começou bem na Ponte Preta, mas caiu de produção e praticamente não jogou na reta final, deixando boa parte dos torcedores irritados. Já foi dispensado.
PontePress/FábioLeoni
PontePress/FábioLeoni

Renato Cajá (Ponte Preta)

Ídolo da Ponte Preta, não conseguiu repetir as boas atuações das outras passagens e amargou a reserva da equipe campineira durante quase todo Brasileiro. Fez apenas um gol em toda temporada.
Ricardo Nogueira/Folhapress
Ricardo Nogueira/Folhapress

Luan (Palmeiras)

Luan custou R$ 10 milhões e ganhou até o direito de operar e tratar uma lesão por ser considerado aposta para o futuro. Campeão olímpico, ele ficou longe de cumprir as expectativas que sus chegada criou.
ALE CABRAL/AGIF
ALE CABRAL/AGIF

Deyverson (Palmeiras)

Centroavante que veio do Alavés tem seu valor, mas se recusou a bater pênalti na Libertadores e nunca mais foi perdoado pela torcida. Custou 20 milhões de reais.
EDUARDO VALENTE/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO
EDUARDO VALENTE/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

Borja (Palmeiras)

Atacante colombiano não foi absurdamente mal, mas pela expectativa gerada virou mico. Custou 35 milhões de reais ao clube alviverde.
Ricardo Duarte/Inter
Ricardo Duarte/Inter

Neris (Internacional)

Passagem por Porto Alegre mal pode ser considerada na carreira do zagueiro. Em cinco meses, fez apenas dois jogos, ambos com time reserva, e ainda falhou em um deles.
Lucas Uebel/Grêmio
Lucas Uebel/Grêmio

Michael Arroyo (Grêmio)

Meia-atacante chegou para ser coringa do ataque, substituto de Pedro Rocha, e não conseguiu jogar bem. Perdeu espaço por opção de Renato e não deve ficar para 2018.
Lucas Uebel/Grêmio
Lucas Uebel/Grêmio

Gastón Fernández (Grêmio)

Meia foi contratado junto a Universidad de Chile para ser o substituto de Douglas e acabou negociado com o Estudiantes depois de três meses.
© Cristiane Mattos/Light Press/Cruzeiro
© Cristiane Mattos/Light Press/Cruzeiro

Messidoro (Cruzeiro)

Envolvido na negociação que levou Ábila de volta para a Argentina, o meia de 20 anos passou praticamente despercebido, aproveitado por quatro vezes e titular somente por uma.
Cruzeiro/Divulgação
Cruzeiro/Divulgação

Lennon (Cruzeiro)

Indicado por Mano, o lateral direito terminou o ano como quarta opção para o setor e fez apenas sete jogos, a maioria quando o time titular estava poupado.
Cleber Yamaguchi/AGIF
Cleber Yamaguchi/AGIF

Anderson (Coritiba)

O meia do Inter, com passagem pelo Manchester United, esteve afastado por boa parte do Brasileiro, fora do peso ou com lesões, conforme o período. Entrou no último jogo no desespero e não conseguiu evitar o descenso.
Vitor Silva/SSPress/Botafogo
Vitor Silva/SSPress/Botafogo

Montillo (Botafogo)

Sofreu algumas lesões ao longo da temporada e chegou até a anunciar a aposentadoria ? mas voltou atrás. Jogou apenas 115 minutos no Brasileirão.
Ivan Alvarado/Reuters
Ivan Alvarado/Reuters

Eduardo da Silva (Atlético-PR)

Atacante croata pouco jogou, ainda que tenha sido importante na Libertadores. Muitas lesões o atrapalharam.
Bruno Cantini/Atlético
Bruno Cantini/Atlético

Marlone (Atlético-MG)

Sem espaço no Corinthians, chegou por empréstimo até o final do ano, mas também não conseguiu se encontrar no Atlético. Pouquíssimo utilizado, não vai deixar saudades no torcedor.

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