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Terça-feira 05/04/2016 - 21:45

Morumbi, São Paulo

4ª rodada

6
São Paulo São Paulo
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Pós-jogo
0
Trujillanos (VEN) Trujillanos (VEN)

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Do UOL, em São Paulo

Muricy Ramalho colocou em campo diante do Corinthians a sexta escalação do São Paulo em seis jogos em 2015. Por um misto de opção tática, preservação de jogadores e oportunidade aos jovens, o treinador são-paulino não repetiu o time na temporada. Nesta quarta, uma equipe surpreendente, com algumas mudanças inéditas para o clássico, não deu certo: o time foi dominado e derrotado sem contestação em Itaquera.

Na estreia, defesa com Toloi e Edson Silva, Thiago Mendes no meio e Kardec e Luis Fabiano no ataque. Depois, Lucão ganhou lugar na defesa, Pato no ataque; Ganso voltou ao meio. No clássico com o Santos, chance para o garoto Ewandro. Contra o Bragantino, última partida, esquema com três zagueiros, estreia de Doria e Centurión, com o garoto Boschilia entre os titulares.

Diante do Corinthians, foram três mudanças inéditas: pela primeira vez no ano, Michel Bastos atuou na lateral esquerda; Doria, que só havia atuado com três zagueiros diante do Bragantino, jogou em uma formação com dois defensores. O meio com Denilson, Souza, Maicon e Ganso também apareceu pela primeira vez em 2015.

As surpresas vieram depois de uma semana repleta de mistérios: enquanto Tite revelou a escalação corintiana na terça, Muricy fechou os treinamentos, e deixou claro desde a semana passada que não revelaria a escalação. A estratégia não deu certo.

Um dos principais destaques do time na temporada, Michel Bastos não repetiu as boas atuações na lateral. Após o jogo, repetiu um discurso adotado já no começo do ano, de que rende mais no meio de campo. "Eu sei jogar, lógico, mas acho que hoje eu posso dar um pouco a mais em outra posição. Hoje o Muricy optou por isso para dar possibilidade a outro jogador, tentei dar meu máximo. A gente sempre quer jogar na nossa função", disse.

Dória também não foi bem, e vacilou em alguns lances. Na saída de campo, se irritou com perguntas sobre seu preparo físico. "Com certeza, estou preparado sim", disse, antes de deixar a zona mista.

O meio até trocou mais passes do que o Corinthians, mas, com dois centroavantes de pouca velocidade, Maicon e Ganso não encontraram espaço para enfiar as bolas. Cássio praticamente não trabalhou no Itaquerão.

Depois da partida, o próprio Muricy Ramalho reconheceu que as mudanças não surtiram efeito. "Quis liberar os dois laterais, os dois atacantes e o Ganso, mas não surtiu efeito. Não teve penetração, não teve jogada de fundo do campo. Para classificarmos na Libertadores, é muito pouco. Só com isso não tem condições".

O São Paulo volta a campo no sábado, diante do Audax, no Morumbi. Possivelmente, terá a sétima escalação da temporada. A missão, agora, é encontrar o time ideal antes de voltar a atuar pela Libertadores, diante do Danubio, na quarta-feira.
 

Como foi o jogo

  • Primeiro tempoO São Paulo iniciou a partida marcando muito o Trujillanos e explorando com facilidade o seu lado esquerdo do ataque, onde o lateral Granado deixava a passagem livre para todas as tentativas do tricolor, que logo deu começaram a dar certo. Aos 12 minutos, Michel Bastos teve muita tranquilidade para carregar a bola pelo lado esquerdo do campo, parar, olhar e cruzar com perfeição para Calleri abrir o placar de cabeça. No lance seguinte, quase mais um gol. A pressão continuou até o final do primeiro tempo e aos 17 minutos, Mena cruzou pela esquerda e Kelvin cabeceou para a defesa de Héctor Pérez. No rebote, o jogador chutou e José Paéz, na linha, não conseguiu evitar o 2 a 0. Novamente o time brasileiro continuou insistindo nas jogadas pelo lado esquerdo e, de novo, chegou com tranquilidade ao ataque: aos 24 minutos João Schmidt João Schmidt passou para Ganso e ficou livre para receber na área e chutar para marcar mais um.
  • Segundo tempoO São Paulo começou o segundo tempo como terminou o primeiro: atacando. De novo, a defesa do Trujillanos foi frágil demais para a insistência dos brasileiros e de um argentino em especial. Assim, Calleri sofreu pênalti aos 4 e o próprio Calleri bateu para por fim a sequência de cinco pênaltis desperdiçados pelo time. Aos 20 minutos do segundo tempo, Denis fez sua "defesa mais difícil" no jogo, depois de cobrança de falta de Cova. O time do Morumbi continuou atacando até que Calleri aproveitou uma saída ruim da defesa do Trujillanos e sofreu outro pênalti do goleiro Héctor Pérez. Ele mesmo bateu, perdeu e conseguiu mandar a bola para dentro no rebote. E tinha tempo para mais um. Aos 41 minutos, Lucão deu bom passe para o atacante argentino, que fez o seu quarto gol no jogo.

Melhores

  • Michel Bastos, São PauloMuito cobrado pela torcida do São Paulo em seus últimos jogos, Michel Bastos deu um importante passo para fazer as pazes com o torcedor são-paulino. O jogador fez a jogada do primeiro gol da equipe nesta terça e ainda participou de forma decisiva da partida.
  • Calleri, São PauloO argentino foi o nome dos gols na partida. Calleri sofreu dois pênaltis, fez quatro gols e tornou o jogo do São Paulo muito mais fácil contra o Trujillanos. Com os quatro gols desta terça, Calleri chegou a cinco gols pelo São Paulo na Libertadores.

Destaques

  • Torcida Independente protesta A torcida organizada Independente protestou nos arredores do Morumbi antes do jogo contra o Trujillanos. Os torcedores manifestaram contra o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de SP Fernando Capez (PSDB-SP) e o promotor Paulo Castilho após o Governo do Estado de SP decidir que clássicos no estado serão disputados apenas com torcida única.
  • Retorno ao Morumbi na LibertadoresO São Paulo retornou ao Morumbi em uma partida pela Libertadores da América nesta terça (05). O estádio ficou fechado por três meses para troca de gramado.

Piores

  • Granado, Trujillanos (VEN)O lateral direito do Trujillanos foi uma mãe para os homens de ataque do São Paulo. Os três primeiros gols da equipe do Morumbi saíram justamente pelo lado esquerdo de ataque brasileiro. Foi a "avenida Granado".

Melhores notas

  • São Paulo
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