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Quarta-feira 20/04/2016 - 21:45

Arena Corinthians, São Paulo

6ª rodada

6
Corinthians Corinthians
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Pós-jogo
0
Cobresal Cobresal

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Do UOL, em São Paulo

Muricy Ramalho colocou em campo diante do Corinthians a sexta escalação do São Paulo em seis jogos em 2015. Por um misto de opção tática, preservação de jogadores e oportunidade aos jovens, o treinador são-paulino não repetiu o time na temporada. Nesta quarta, uma equipe surpreendente, com algumas mudanças inéditas para o clássico, não deu certo: o time foi dominado e derrotado sem contestação em Itaquera.

Na estreia, defesa com Toloi e Edson Silva, Thiago Mendes no meio e Kardec e Luis Fabiano no ataque. Depois, Lucão ganhou lugar na defesa, Pato no ataque; Ganso voltou ao meio. No clássico com o Santos, chance para o garoto Ewandro. Contra o Bragantino, última partida, esquema com três zagueiros, estreia de Doria e Centurión, com o garoto Boschilia entre os titulares.

Diante do Corinthians, foram três mudanças inéditas: pela primeira vez no ano, Michel Bastos atuou na lateral esquerda; Doria, que só havia atuado com três zagueiros diante do Bragantino, jogou em uma formação com dois defensores. O meio com Denilson, Souza, Maicon e Ganso também apareceu pela primeira vez em 2015.

As surpresas vieram depois de uma semana repleta de mistérios: enquanto Tite revelou a escalação corintiana na terça, Muricy fechou os treinamentos, e deixou claro desde a semana passada que não revelaria a escalação. A estratégia não deu certo.

Um dos principais destaques do time na temporada, Michel Bastos não repetiu as boas atuações na lateral. Após o jogo, repetiu um discurso adotado já no começo do ano, de que rende mais no meio de campo. "Eu sei jogar, lógico, mas acho que hoje eu posso dar um pouco a mais em outra posição. Hoje o Muricy optou por isso para dar possibilidade a outro jogador, tentei dar meu máximo. A gente sempre quer jogar na nossa função", disse.

Dória também não foi bem, e vacilou em alguns lances. Na saída de campo, se irritou com perguntas sobre seu preparo físico. "Com certeza, estou preparado sim", disse, antes de deixar a zona mista.

O meio até trocou mais passes do que o Corinthians, mas, com dois centroavantes de pouca velocidade, Maicon e Ganso não encontraram espaço para enfiar as bolas. Cássio praticamente não trabalhou no Itaquerão.

Depois da partida, o próprio Muricy Ramalho reconheceu que as mudanças não surtiram efeito. "Quis liberar os dois laterais, os dois atacantes e o Ganso, mas não surtiu efeito. Não teve penetração, não teve jogada de fundo do campo. Para classificarmos na Libertadores, é muito pouco. Só com isso não tem condições".

O São Paulo volta a campo no sábado, diante do Audax, no Morumbi. Possivelmente, terá a sétima escalação da temporada. A missão, agora, é encontrar o time ideal antes de voltar a atuar pela Libertadores, diante do Danubio, na quarta-feira.
 

Fases do Jogo

  • Primeiro tempoA equipe chilena é frágil e mostrou isso na fase de grupos da Libertadores, mas os reservas corintianos provaram seu valor. O primeiro gol foi via bola aérea com Marlone, de cabeça, após ajeitada de Balbuena pelo alto. Mas, todos os outros, construídos com muita qualidade pelo chão. Romero ampliou com dribles bonitos sobre os zagueiros rivais e depois foi a vez de Marlone anotar o mais bonito da noite, após dominar cruzamento e aplicar um voleio. Já estava com cara de goleada, o que Guilherme Arana confirmou com um chute perfeito de fora da área.
  • Segundo tempoO Corinthians voltou do intervalo com uma situação clara. Se vencesse por 4 a 0, provavelmente enfrentaria o Racing-ARG, mas se anotasse mais dois gols teria um confronto aparentemente mais tranquilo, contra o Nacional-URU. A equipe de Tite diminuiu o ritmo, mas o treinador recorreu a Elias no banco de reservas para acelerar. Ele entrou e, no primeiro lance, tabelou com Romero, invadiu a área e fez o quinto. Pouco depois, Edílson deu um cruzamento perfeito pelo chão e o paraguaio fez o sexto.

Para lembrar

  • Seis outra vezO Corinthians reserva havia vencido o São Paulo por 6 a 1 na reta final do Brasileirão e repetiu a dose contra o Cobresal. A goleada por 6 a 0 foi na medida para evitar confronto com o Racing-ARG.
  • Goleador isoladoRomero chegou a sete gols em jogos oficiais na temporada, além de outros dois marcados na Flórida Cup.
  • Maior goleada do anoA vitória por 6 a 0 sobre o Cobresal é o maior placar da equipe de Tite em 2016

Melhores

  • Marlone e Romero, CorinthiansAlém de dois gols cada, comandaram a atuação em Itaquera

Piores

  • Todo o Cobresal, CobresalA equipe chilena até teve suas chances de fazer gol, mas se mostrou muito abaixo em organização e marcação

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