1. Capivariano CPV
    Red Bull Brasil RED
  2. Ituano ITU
    Linense-SP LIN

Quarta-feira 03/02/2016 - 21:45

Moisés Lucarelli, Campinas

2ª rodada

0
Ponte Preta Ponte Preta
Pós-jogo
2
Santos Santos
  • Ricardo Oliveira
  • Gabriel

Matéria de teste para preview da ficha

Webmaster UOL

Do UOL, em São Paulo

Muricy Ramalho colocou em campo diante do Corinthians a sexta escalação do São Paulo em seis jogos em 2015. Por um misto de opção tática, preservação de jogadores e oportunidade aos jovens, o treinador são-paulino não repetiu o time na temporada. Nesta quarta, uma equipe surpreendente, com algumas mudanças inéditas para o clássico, não deu certo: o time foi dominado e derrotado sem contestação em Itaquera.

Na estreia, defesa com Toloi e Edson Silva, Thiago Mendes no meio e Kardec e Luis Fabiano no ataque. Depois, Lucão ganhou lugar na defesa, Pato no ataque; Ganso voltou ao meio. No clássico com o Santos, chance para o garoto Ewandro. Contra o Bragantino, última partida, esquema com três zagueiros, estreia de Doria e Centurión, com o garoto Boschilia entre os titulares.

Diante do Corinthians, foram três mudanças inéditas: pela primeira vez no ano, Michel Bastos atuou na lateral esquerda; Doria, que só havia atuado com três zagueiros diante do Bragantino, jogou em uma formação com dois defensores. O meio com Denilson, Souza, Maicon e Ganso também apareceu pela primeira vez em 2015.

As surpresas vieram depois de uma semana repleta de mistérios: enquanto Tite revelou a escalação corintiana na terça, Muricy fechou os treinamentos, e deixou claro desde a semana passada que não revelaria a escalação. A estratégia não deu certo.

Um dos principais destaques do time na temporada, Michel Bastos não repetiu as boas atuações na lateral. Após o jogo, repetiu um discurso adotado já no começo do ano, de que rende mais no meio de campo. "Eu sei jogar, lógico, mas acho que hoje eu posso dar um pouco a mais em outra posição. Hoje o Muricy optou por isso para dar possibilidade a outro jogador, tentei dar meu máximo. A gente sempre quer jogar na nossa função", disse.

Dória também não foi bem, e vacilou em alguns lances. Na saída de campo, se irritou com perguntas sobre seu preparo físico. "Com certeza, estou preparado sim", disse, antes de deixar a zona mista.

O meio até trocou mais passes do que o Corinthians, mas, com dois centroavantes de pouca velocidade, Maicon e Ganso não encontraram espaço para enfiar as bolas. Cássio praticamente não trabalhou no Itaquerão.

Depois da partida, o próprio Muricy Ramalho reconheceu que as mudanças não surtiram efeito. "Quis liberar os dois laterais, os dois atacantes e o Ganso, mas não surtiu efeito. Não teve penetração, não teve jogada de fundo do campo. Para classificarmos na Libertadores, é muito pouco. Só com isso não tem condições".

O São Paulo volta a campo no sábado, diante do Audax, no Morumbi. Possivelmente, terá a sétima escalação da temporada. A missão, agora, é encontrar o time ideal antes de voltar a atuar pela Libertadores, diante do Danubio, na quarta-feira.
 

Fases do jogo

  • Primeiro tempoO Santos começou o jogo cometendo os mesmo erros da partida de estreia no Paulistão, quando empatou com São Bernardo na Vila Belmiro. O time de Dorival Júnior apostava nos lançamentos, a maioria deles interceptados pelos defensores da Ponte Preta. No entanto, após tomar um susto ao ver a Ponte marcar um gol anulado pela arbitragem, a equipe santista abriu o marcador com o artilheiro Ricardo Oliveira. O destaque da jogada ficou por conta de Gabriel Barbosa, que recebeu a bola na entrada da área, levantou a cabeça e cruzou nos pés do camisa 9, que tocou para o gol praticamente sem goleiro. A Ponte Preta só foi assustar o goleiro Vanderlei aos 31 minutos, quando Clayson arriscou chute da entrada da área. A bola passou perto da trave. Mas foi a equipe santista que balançou as redes novamente. Aos 37 minutos, Lucas Lima sofreu pênalti, e Gabriel cobrou para fazer 2 a 0. A Ponte ainda acertou uma cabeçada na trave, enquanto o Santos quase marcou mais um gol com Lucas Lima, que chutou rasteiro e a bola passou perto da trave.
  • Segundo tempoA Ponte Preta melhorou, foi mais ofensiva, mas expôs a falta de qualidade técnica de seus atletas. Clayson, Rhayner, João Victor, Felipe Azevedo e Alexandro abusaram dos erros nas finalizações. Quando acertou o gol, caso de Alexandro em cabeçada, Vanderlei fez uma ótima defesa. O Santos apostou nos contra-ataques e quase ampliou com Paulinho, que chutou de dentro da área e acertou o travessão da Ponte Preta.

Destaque

  • Fugindo do vestiárioPor causa do forte calor no vestiário visitante do estádio Moisés Lucarelli, o Santos resolveu realizaram a conversa do intervalo no gramado. As entrevistas coletivas também foram realizadas no campo.

Melhores

  • Gabriel Barbosa, SantosO camisa 10 foi responsável por uma linda assistência para o gol de Ricardo Oliveira, marcou o segundo gol do Santos em cobrança de pênalti. Além disso, Gabigol prendeu bem a bola no ataque e apanhou bastante do adversário em campo.

Piores

  • Clayson, Ponte PretaO atacante quase não participou do jogo. Não ajudou na marcação, finalizou mal quando teve uma oportunidade e foi substituído no intervalo.

Próximos Jogos - Ponte Preta

  1. Ponte Preta PON
    Atlético-MG CAM
  2. São Paulo SPA
    Ponte Preta PON
  3. Sport SPT
    Ponte Preta PON
  4. Ponte Preta PON
    Atlético-GO ACG
  5. Ponte Preta PON
    Sport SPT

Próximos Jogos - Santos

  1. Cruzeiro CRU
    Santos SAN
  2. Santos SAN
    Corinthians COR
  3. Barcelona-EQU BGU
    Santos SAN
  4. Botafogo BOT
    Santos SAN
  5. Santos SAN
    Barcelona-EQU BGU

Veja também

UOL Cursos Online

Todos os cursos