Topo

Fluminense


Eleição do Fluminense marcada; entenda o atual cenário político do clube

Mailson Santana/Fluminense
Eleição do Fluminense foi antecipada para junho deste ano Imagem: Mailson Santana/Fluminense

Alexandre Araújo e Bruno Braz

Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ)

2019-04-19T12:00:00

19/04/2019 12h00

Com a data da eleição presidencial do Fluminense definida, começa a corrida nos bastidores, entre os grupos políticos, para que as chapas sejam formadas obedecendo todos os prazos e requisitos do estatuto. Vale lembrar que este pleito está acontecendo em data extraordinária, uma vez que Pedro Abad, diante de todo o desgaste, convocou Assembleia Geral e uma antecipação foi aprovada - geralmente, a escolha pelo novo mandatário acontece em novembro.

Em anos anteriores, quando o pleito acontecia no segundo semestre de novembro, a data para inscrição das chapas era até 15 de novembro. Caso siga essa tendência, é possível que os grupos interessados tenham até 23 de maio para conseguir reunir todo o necessário para concorrer ao cargo máximo do clube.

Até o momento, não houve oficialização de candidatura alguma, até pelo fato de que não havia um dia definido. Porém, há uma tendência de que Mário Bittencourt ou Celso Barros venha como candidato. Os dois já vêm participando, juntos, de eventos públicos desde o fim do ano passado.

Tal união tinha também Ricardo Tenório, que deixou o trio no início do mês. Nos corredores, comenta-se que há a possibilidade que ele também dispute a escolha dos sócios. Outro nome que aparece com força para encabeçar uma chapa concorrente é o de Pedro Antônio. Ele, em oportunidade anterior, havia deixado tal possibilidade de lado, mas, depois, não descartou a chance.

Diante do esgotamento em relação à imagem de Pedro Abad, alvo de críticas por parte dos torcedores e conselheiros, é tida como remota a chance de que um candidato, notoriamente, tenha o apoio da atual diretoria.

Vale lembrar que, de acordo com o estatuto, a chapa que ficar na segunda colocação, para conseguir cadeiras no Conselho Deliberativo, precisa ter um número de votos que corresponda a mais da metade da chapa vencedora. Caso isso não aconteça, o grupo que ficar com a primeira colocação terá 100% das cadeiras.

Atualmente, o Fluminense conta com seis grupos políticos - "Cidadania Tricolor", "Democracia Tricolor", "Esportes Olímpicos", "FluSocio", "ProFlu" e "Tricolor de Coração" -, porém, nesse processo eleitoral, há a chance de uniões e dissidências.