UOL Esporte Futebol

TOP 5 - Confira os motivos para acreditar na classificação do Inter

Às vésperas de mais uma decisão, a torcida do Inter tem cinco grandes motivos para acreditar no bicampeonato da Copa Libertadores da América. A partir das 21h50min, o time de Celso Roth tem a missão de segurar a vantagem construída em casa e seguir para sua terceira final de Libertadores. Para confiar na conquista da vaga, que levará também ao Mundial de Clubes, o Internacional conta com a superstição, o bom momento técnico do time, a supremacia de gaúchos contra paulistas, a volta de ídolos de 2006 e o crescimento na hora certo.

Time invicto no comando de Celso Roth

Alexandre Lops/AI Inter

O Inter mudou o jeito de jogar e teve alteração nos seus resultados. Desde a chegada de Celso Roth, o time não sabe o que é perder. Foram cinco vitórias seguidas com um empate, no último Gre-Nal, pelo Campeonato Brasileiro. Dentro desta série de 100% no aproveitamento, estiveram o Ceará, à época vice líder do Brasileirão, e Flamengo, que integrava o G-4. Além disso, o futebol apresentado pela equipe é mais forte, baseado em uma marcação ofensiva, com auxílio constante dos atacantes, e em boas jogadas de troca de passes pelo meio. Ao todo, nos seis jogos, o Inter sofreu apenas dois gols e marcou nove.


Supremacia gaúcha contra paulistas

Daniel Marenco/Folhapress


Mesmo que boa parte do retrospecto seja baseado nos confrontos do Grêmio, na década de 90, o Inter tem como aliado o histórico dos gaúchos contra paulistas na Copa Libertadores. Em cinco cruzamentos eliminatórios, a dupla Gre-Nal sempre levou a melhor. Se o Grêmio está presente com quatro oportunidades (95, 96 e 2007, duas vezes), o Internacional bateu um time do estado de São Paulo na final, em 2006. De quebra, as vantagens construídas por Inter e Grêmio, nos jogos de ida, em dois momentos não foram revertidas. Vide os jogos contra o Palmeiras, nas quartas de 1995, e a decisão de 2006.


Coincidências

EFE/Neco Varella


Obcecada pelo bicampeonato da Copa Libertadores, a torcida do Inter iniciou uma contagem das coincidências entre os anos de 2006 e 2010 para acreditar o segundo título. Tudo começo com o vice campeonato Brasileiro, no ano passado, exatamente como ocorreu em 2005. Depois, a perda do título gaúcho para o maior rival. Além disso, a seleção brasileira naufragou na Copa do Mundo na mesma fase, as quartas de final. Mais recentemente, o empate sem gols no clássico Gre-Nal, em meio a decisão com o São Paulo, também se repetiu, como quatro anos atrás.


Presença de campeões da América em 2006

Arquivo/Folha Imagem

Nunca ex-campeões tiveram tanta importância no estádio Beira-Rio como em 2010. A direção do Internacional não mediu esforços para conseguir repatriar Renan, Tinga e Rafael Sóbis. Integrantes do elenco colorado campeão da Copa Libertadores de 2006. O trio se junto aos já experientes Índio, Bolívar e Fabiano Eller em um seleto grupo de herdeiros da conquista exatamente sobre o São Paulo, há quatro anos. Renan e Tinga entraram no time titular e não saem mais. Sóbis, ainda sem ritmo, é reserva de Taison. A zaga de 2010 é a mesma da final contra os são-paulinos, em 2006: com Bolívar e Índio.

Sóbis é apresentado como símbolo da Libertadores


Embalo na hora certa

Paulo Whitaker/Reuters

Se em 2006 o Inter foi avançando sem muitos problemas, houve uma dificuldade ímpar nas quartas de final, após perder para a LDU no Equador. A vaga na semifinal veio, com vitória em casa com a marca de Rafael Sóbis. Neste ano, na mesma fase, o desafio foi inverso. Após ganhar no Beira-Rio por 1 a 0 do Estudiantes, com gol de Sorondo, o time então treinado por Jorge Fossati só conseguiu garantir presença nas semifinais aos 43 minutos do segundo tempo, em tentativa de Giuliano. A classificação sobre o atual campeão deu moral ao grupo de jogadores às vésperas de um novo encontro com o São Paulo. Logo depois, Roth chegou e completou o bom momento da equipe com uma sequência de vitórias.


Compartilhe:

    Placar UOL no iPhone

    Hospedagem: UOL Host