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TOP 5 - Protagonistas do bicampeonato da Libertadores no Inter

O Internacional conquistou seu segundo título da Libertadores da América nesta quarta-feira ao vencer o Chivas por 3 a 2, no Beira-Rio. A trajetória do time colorado foi marcada por dificuldades e jogos heróicos. Com mudança de técnico, de capitão, o despontar de um craque, um exemplo de profissionalismo e um reserva iluminado, confira os cinco principais personagens da conquista vermelha.

Sandro, focado mesmo após venda para Europa

Freelancer

O volante Sandro foi negociado com o Tottenham, da Inglaterra, em março, por 7 milhões de euros. Quando todos pensavam que o marcador ficaria dividido ou pensando na transferência, ele se mostrou focado no objetivo de sair do Inter com o título de campeão da Libertadores. Destacado pela técnica e a facilidade no desarme, Sandro não marcou gols, mas foi um dos jogadores mais regulares da competição e comemorou o título almejado antes de partir para a Europa. Sandro contrariou a regra que atleta vendido fica com a 'cabeça' no futuro clube e deu exemplo de profissionalismo.


D'Alessandro, todo o time precisa de um craque

Jefferson Bernardes/VIPCOMM

Por mais que outros jogadores se destaquem pela entrega ou pela coragem em campo, caso de Guiñazu, nenhum time é campeão sem um craque. O Inter tem o seu: D'Alessandro. Responsável pelas jogadas de efeito, dribles e até algumas confusões no certame continental, o argentino assumiu o posto de destaque técnico e atingiu o objetivo traçado quando chegou no Inter: ser campeão da Libertadores. Xodó da torcida, D'Alessandro melhorou sua relação com a imprensa e encaminha entrada no seleto grupo de craques que passaram pelo Beira Rio.


Celso Roth, o treinador que mudou a cara do Inter

Jefferson Bernardes/Vipcomm

O Inter foi comandado por Jorge Fossati até as quartas de final da Libertadores. Com a demissão do uruguaio, a direção optou por apostar em um treinador com fama de 'perdedor'. Celso Roth ficou conhecido por fazer bons trabalhos, mas não conquistar títulos. Empenhado em mudar esta situação e empolgado com o melhor grupo de jogadores que já teve nas mãos, Celso transformou o Inter e foi fundamental na eliminação do São Paulo e nas vitórias contra o Chivas. O treinador ainda conquistou o torcedor, que em 2009 o ironizava como técnico do Grêmio, e em 2010 o aplaudiu no comando do Inter.


Bolívar, capitão do time e bicampeão com o Inter

Lucas Uebel/Vipcomm/Divulgação

O zagueiro recebeu a braçadeira de capitão de Guiñazu e assumiu o posto de líder do time colorado com a chegada de Celso Roth. Seja para conversar com o juiz, reclamar de adversário ou se impor na hora certa, Bolívar sempre esteve pronto para ajudar o Inter. Quando foi necessária presença no ataque, Bolívar também esteve lá. Contra o Chivas, no México, o capitão marcou o gol da virada vermelha. Nesta quarta-feira, Bolívar levantou a taça da Libertadores, conquistada pela segunda vez por ele no clube. Bolívar agora luta pelo título inédito do Mundial pelo seu clube de coração.


Giuliano, reserva iluminado e mais importante do time

AFP

Talismã, jogador símbolo, herói, destaque. São algumas palavras usadas para definir Giuliano na Libertadores conquistada pelo Internacional. Sempre saindo do banco de reservas, o jogador foi o goleador do time com seis gols. Consciente, o meia jamais reclamou da condição de reserva. Gols importantes foram a especialidade de Giuliano. O da classificação, no último minuto, nas quartas de final contra o Estudiantes foi o primeiro. Depois disso, Giuliano marcou o gol da vitória contra o São Paulo no Beira-Rio e empatou o jogo de ida contra o Chivas, no México. Na grande final, o talismã também deixou sua marca, quase no último minuto, batendo por cima do goleiro. Assim, só Giuliano poderia ser escolhido como jogador mais importante da trajetória vitoriosa do Inter na Libertadores 2010.


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