UOL Esporte Futebol
 
15/05/2010 - 07h00

Após queda de rendimento, Dorival descarta mudanças e valoriza adversários

João Henrique Marques
Em Santos (SP)
  • O time vai continuar jogando para cima como sempre fez. Se voltar a perder não será por priorizar o ataque, destacou Dorival Júnior

    "O time vai continuar jogando para cima como sempre fez. Se voltar a perder não será por priorizar o ataque", destacou Dorival Júnior

A brusca queda de aproveitamento do Santos não assusta Dorival Júnior. O time passou a sofrer um número excessivo de gols, e venceu apenas uma partida nas últimas cinco que realizou. Apesar disso, o treinador garante que vai seguir priorizando o ataque.

O rendimento ofensivo segue eficiente. A equipe marcou 13 gols, nos últimos cinco jogos, mas sofreu 14. Na série, o time superou apenas o Atlético-MG, na Vila Belmiro, por 3 a 1. Nos outros quatro jogos foram um empate (3 a 3 diante do Botafogo), e três derrotas (contra Atlético-MG e Santo André, ambos por 3 a 2, e Grêmio, por 4 a 3).

O time foi duramente criticado por sofrer quatro gols do Grêmio em 20 minutos na última partida. Os gols, no entanto, saíram todos após Dorival Júnior optar por reforçar a marcação com a saída do meia Marquinhos e a entrada do volante Rodrigo Mancha. Esse é um dos motivos que leva o treinador a não crer na necessidade de mudança tática.

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De forma alguma penso em modificar o esquema. O time vai continuar jogando para cima como sempre fez. Se voltar a perder não será por priorizar o ataque”, destacou Dorival.

A decadência santista coincide com o período de decisões do Campeonato Paulista e Copa do Brasil. Para Dorival, a força dos adversários é a explicação.

“Os últimos resultados eu avalio como normais em razão de enfrentarmos grandes adversários. Não é para se apavorar. O Santos está inteiro, preparado para chegar em mais uma final de campeonato”, garantiu.

Dorival Júnior anda não consolidou um esquema tático. Com o time completo, Dorival reveza Marquinhos e André como titulares, e consequentemente o esquema de jogo. O treinador, no entanto, mantém o padrão de atuar com uma linha de quatro defensores. Nesta temporada, ele jamais optou por três zagueiros.

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