UOL Esporte Futebol
 
15/06/2010 - 07h15

Para Muriqui, cobranças de Kalil e Luxemburgo são normais

Bernardo Lacerda
Em Vespasiano (MG)

O atacante Muriqui acredita que são normais as cobranças que foram feitas pelo presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, e pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, após a derrota para o Ceará, por 1 a 0, último jogo antes da pausa no Campeonato Brasileiro. Para o jogador, o time vem deixando a desejar e por isso a pressão tem sido grande.

“Se a gente não tivesse perdido estes quatro jogos não teria esta pressão. Mas um clube como o Atlético se não tiver pressão alguma coisa está errada. Temos de voltar a vencer para afastar esta pressão para cima dos jogadores”, afirmou Muriqui.

Após a partida, o presidente Alexandre Kalil, em entrevista coletiva, no Mineirão, disse que o Atlético precisava de um time novo. Já o técnico Vanderlei Luxemburgo afirmou que alguns jogadores não tinham comprometimento com a equipe e que o grupo seria bastante modificado para o restante da temporada.

Muriqui acredita que as declarações são normais. “Não vi a declaração do presidente, pois viajei logo depois da partida. Mas se ele falou está no direito dele. Ele paga em dia, honra com os seus compromissos e pode cobrar. Se a gente estivesse vencendo, bem no campeonato, ele iria falar outras coisas. O que resta é a gente voltar a vencer e dar a volta por cima”, observou.

O atacante atleticano quer aproveitar os 30 dias que terá agora durante a Copa do Mundo, na África do Sul, para o Atlético dar a volta por cima. “É um tempo bom que o professor vai ter para trabalhar. Temos de trabalhar forte para a equipe evoluir. Não podemos continuar com os resultados que estávamos, sem vencer há quatro jogos”, observou Muriqui.
 

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