UOL Esporte Futebol
 
25/08/2010 - 20h32

Presidente diz que saída de fisioterapeutas não é decisão isolada de Luxa

Gustavo Andrade
Em Vespasiano (MG)
  • Opinião de Luxemburgo não foi fundamental para dispensa de profissionais, afirma dirigente

    Opinião de Luxemburgo não foi fundamental para dispensa de profissionais, afirma dirigente

Nesta terça-feira, o Atlético-MG demitiu os fisioterapeutas Marcos Túlio da Silva Melo, Rodrigo Reis e Ricardo Vidal e contratou Nilton Petrone, o Filé. A mudança no departamento de fisioterapia não foi comentada pelo presidente Alexandre Kalil, que amenizou a influência de Vanderlei Luxemburgo na decisão e alegou respeito aos ex-funcionários ao evitar falar sobre as mudanças.

“Isso é um assunto interno do Atlético. No dia que as emissoras vierem me falar porque dispensou ou contratou, acho que o Atlético tem obrigação de falar também. Por enquanto, isso aqui é uma empresa, que dispensa e contrata. Nós contratamos o Filé, que está aí trabalhando e dispensa comentários. Não falo sobre isso. Isso é um assunto interno, porque não é ligado ao futebol, são funcionários do Atlético”, afirmou.

Nilton Petrone trabalhou com o técnico Vanderlei Luxemburgo no Palmeiras e no Santos. Segundo Alexandre Kalil, o treinador teve participação na decisão de reformular o departamento de fisioterapia, mas disse que sua opinião não foi fundamental.

O presidente atleticano afirmou que a mudança ocorreu a partir de uma decisão conjunta entre a comissão técnica e os departamentos médico e de futebol. “O responsável pelo departamento (médico), que é o doutor Rodrigo Lasmar, foi ouvido. Houve uma reunião entre a comissão técnica e o departamento médico, que tomaram decisões”, disse.

“O presidente não autoriza ninguém a tirar ninguém de um departamento sem que o chefe deste departamento esteja de acordo. Não é uma decisão isolada do treinador. Ele (Vanderlei Luxemburgo) é treinador e a fisioterapia é ligada à medicina”, acrescentou.

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