Lucas Pratto admite dificuldade para jogar como centroavante no Atlético-MG

Victor Martins

Do UOL, em Vespasiano

  • Bruno Cantini/Clube Atlético Mineiro

    Lucas Pratto voltou a ser centroavante nos treinos do Atlético-MG

    Lucas Pratto voltou a ser centroavante nos treinos do Atlético-MG

Principal contratação do Atlético-MG para 2015, Lucas Pratto tem atuado como centroavante durante os treinos, bem diferente da forma que atuava quando defendia o Vélez Sarsfield. Apesar dos gols marcados nas primeiras atividades táticas, muito em função do bom posicionamento e da ótima pontaria, o argentino está sentindo muita dificuldade em atuar como centroavante depois alguns anos em outra posição.

Nas últimas temporadas a função de Lucas Pratto no Vélez era jogar pelos lados do campo. Agora, centralizado, ele ressalta que o apoio dos companheiros é importante nesse período de readaptação. "Creio que o mais difícil é voltar a atuar como centroavante. No Vélez eu jogava pelas pontas, agora tenho que voltar a jogar centralizado. Mas como tenho grandes jogadores ao lado, isso fica mais fácil, tanto que no coletivo eu tive quatro ou cinco chances. Nesse sentido, o mais difícil é mesmo voltar a ser centroavante", comentou o jogador ao ser indagado sobre o entrosamento nessas primeiras semanas de Brasil.

Apesar do valor gasto pelo clube na sua contratação, cerca de R$ 12 milhões, e do bom começo nos treinos, Lucas Pratto rechaça qualquer possibilidade em ser o substituto de Diego Tardelli. O argentino ressalta as qualidades do antigo companheiro e também quer fazer uma história de sucesso dentro do Atlético, correspondendo à expectativa da comissão técnica, dos dirigentes e dos torcedores.

"O Diego Tardelli foi o melhor jogador do Campeonato Brasileiro. Ninguém vai substituí-lo, porque é um jogador titular da seleção brasileira. Vou tentar devolver a confiança de todos e demonstrar para quem me trouxe que eu posso somar na equipe. Lamentavelmente ele foi embora, mas para ele era uma oportunidade única", explicou o jogador que promete ajudar também na marcação.

"Sempre tento ajudar a equipe, principalmente quando não temos a bola. Somos um time muito ofensivo e eu vou ser o primeiro a tentar recuperar a bola. Na Libertadores é muito difícil a disputa a cada jogada. Realmente sou o atacante, mas vou ser o primeiro a tentar roubar a bola".

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