Após Fla, Caixa negocia com Flu e Vasco e pode pagar R$ 60 mi a cariocas

Bernardo Gentile e Pedro Ivo Almeida

Do UOL, no Rio de Janeiro

  • Antonio Lacerda/EFE

    Além do Vasco (e), Fluminense também poderá estampar a marca da Caixa em 2016

    Além do Vasco (e), Fluminense também poderá estampar a marca da Caixa em 2016

Mesmo com o cenário econômico negativo em 2015 que afastou patrocinadores ao final da temporada, um dos principais investidores do futebol brasileiro parece não se assustar muito com a crise. Especialmente no Rio de Janeiro. Após fechar a renovação de patrocínio ao Flamengo há alguns dias, a Caixa Econômica Federal mantém negociações avançadas com Vasco e Fluminense para estampar sua marca nos respectivos uniformes em 2016.

Somados, os valores pagos aos três times cariocas podem atingir até R$ 60 milhões para a temporada que se inicia. Ao Flamengo, a Caixa irá manter o contrato de R$ 25 milhões. No Vasco, o valor de 2015 também será repetido: R$ 15 milhões. O impasse está no "novato" Fluminense.

Em sua primeira negociação com o banco estatal, o clube das Laranjeiras tenta faturar de 18 a 20 milhões de reais com a marca. A empresa, por sua vez, entende que tal valor seria compatível com duas "cotas" no uniforme. Além do patrocínio na parte frontal, o Fluminense pode ter a marca da Caixa nas costas ou no ombro. A negociação caminha bem e tal situação deve ser resolvida nos próximos dias.

Representantes da Caixa no Rio de Janeiro, inclusive, já agilizam questões burocráticas do novo vínculo.

A ideia da diretoria tricolor é solucionar o quanto antes o substituto da "Viton 44" - então patrocinar master -, que deixará os clubes cariocas após desembolsar quase R$ 50 milhões no último ano.

Em São Januário, havia o temor que o rebaixamento para a série B afastasse o parceiro que tem sua logo na camisa cruzmaltina desde 2014. No entanto, após seguidas reuniões entre o presidente do clube, Eurico Miranda, e a cúpula da Caixa em Brasília a renovação ficou encaminhada. E os R$ 15 milhões por sete meses de contrato em 2015 se repetirão pelos 12 meses de 2016.

Além da presença cada vez mais forte no Rio de Janeiro, a Caixa entrará pesada também em Minas Gerais neste ano. O banco já tem acordos com Atlético-MG e Cruzeiro, além de negociar com o América-MG, que volta à primeira divisão do Campeonato Brasileiro em 2016.

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