Cruzeiro faz plantão na Colômbia para fechar com sexto e último reforço

Enrico Bruno

Do UOL, em Belo Horizonte

  • RAUL ARBOLEDA / AFP

    Volante já está acertado com o Cruzeiro, mas negociação segue travada na Colômbia

    Volante já está acertado com o Cruzeiro, mas negociação segue travada na Colômbia

O Cruzeiro trabalha firme para fechar com o sexto reforço deste início de temporada. Se não encontrar nenhuma situação extraordinária, Gustavo Cuéllar será o último nome de início da era Deivid, que já conta com Douglas Coutinho, Rafael Silva, Bruno Nazário, Sánchez Miño e Matías Pisano. Para ficar com o volante colombiano e fechar o pacote, vale até ficar de plantão na Colômbia e aguardar pelo desfecho positivo na negociação.

"Tentamos resolver o imbróglio do Cuéllar. Temos uma pessoa na Colômbia e devemos ter uma resposta entre hoje e amanhã (terça e quarta-feira). Caso não consigamos desatar a situação, vamos procurar outro jogador. Não temos plano B específico. Esperamos primeiro resolver a questão do Cuéllar", comentou o vice-presidente de futebol, Bruno Vicintin.

Gustavo Cuéllar pertence ao Deportivo Cali e está emprestado até o meio do ano ao Junior Barranquilla, que tem a preferência de compra ao fim do contrato. A princípio, o clube iria adquirir 70% dos direitos econômicos e repassá-los ao Cruzeiro por empréstimo. A equipe mineira serviria como vitrine. No entanto, as duas agremiações da Colômbia ainda não entraram em um acordo, o que dificulta a transferência do atleta para Minas Gerais.

O vice-presidente já comentou que se não conseguir fechar com Cuéllar, o clube irá procurar outro jogador para o setor. No entanto, este atleta não deverá ser o brasileiro Sandro, que já passou no Internacional e hoje defende o Queens Park Rangers, da Inglaterra. O futebol do jogador agrada os cartolas, mas uma eventual negociação tem poucas chances de dar certo devido às diferenças cambiais.

"O Sandro é um jogador que eu não descarto. Primeiro, temos que resolver essa situação do Cuéllar. Pelo Sandro, é uma operação muito difícil pela diferença entre libra e real. O salário dele na Inglaterra é muito diferente do que um salário que um clube brasileiro poderia arcar. Acho uma operação muito difícil, mas é um jogador que acho interessante", disse.

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