Ágil, preciso e fã de ex-atleticano. O que esperar de Pisano no Cruzeiro

Enrico Bruno

Do UOL, em Belo Horizonte

  • Cruzeiro/Divulgação

    Meia de 24 anos chega para brigar por uma vaga entre os titulares do Cruzeiro

    Meia de 24 anos chega para brigar por uma vaga entre os titulares do Cruzeiro

A primeira impressão de Matías Pisano no Cruzeiro foi de ser um jogador bem humorado, tranquilo e ciente de suas capacidades. Na primeira entrevista coletiva, o meia de 24 anos arrancou risadas dos profissionais de imprensa ao brincar com seus 1,65m de altura e relacionar a baixa estatura à movimentação rápida dentro de campo. As qualidades do novo reforço, porém, não se limitam somente ao modo ligeiro de jogar. Fã de Ronaldinho Gaúcho, o argentino ainda poderá contribuir mais com o técnico Deivid.

Jogando pelo Independiente, Pisano foi um dos pilares do time ao lado de Mancuello, hoje no Flamengo. Equanto o ex-companheiro se destacou mais pelos 21 gols marcados no clube, Pisano ganhou mais destaque com as 23 assistências aos companheiros e qualidade no passe, principalmente no primeiro toque. Para se ter uma ideia, no ano passado, Marquinhos foi o maior garçom do Cruzeiro, com nove assistências em 41 jogos. O mesmo número foi alcançado por Pisano em 32 partidas pelo time argentino.

"Obviamente, gosto de assistir os companheiros e chegar ao gol adversário", disse.

A facilidade para tocar na bola vem de Ronaldinho Gaúcho, ex-jogador do rival Atlético-MG e uma das fontes de inspiração de Pisano. "Gosto muito do futebol daqui. Gostava muito do Ronaldinho (Gaúcho). Espero ter sucesso no Brasil", comentou rapidamente em sua chegada a Belo Horizonte. Rápido, o meia também se destacou pela facilidade em se dar bem nas jogadas de 'um contra um'. Em contrapartida, a pouca força física pode surgir como ponto fraco.

Em sua primeira temporada no Brasil, não deverá faltar apoio principalmente dos companheiros para que Pisano tenha uma boa adaptação ao futebol local. Além do suporte do clube, o meia ainda terá como aliados os tamém argentinos Sánchez Miño e Ariel Cabral.

"Já falei com Ariel, com Sácnhez Miño. Eles estão tratando de me unir ao grupo. Os brasileiros também são de muito boa onda", completou.

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