Candidato à presidência da Fifa quer Copa do Mundo em mais de um país-sede

Do UOL, em São Paulo

  • Fabrice Coffrini / AFP

Postulante à presidência da Fifa, o suíço Gianni Infantino, atualmente secretário-geral da Uefa, publicou no seu manifesto de candidatura, lançado nesta terça-feira (19), a intenção de aumentar o número de países-sedes nas próximas edições de Copa do Mundo.

A ideia é que o torneio não fique restrito a um país, mas seja realizado em uma região.

"A Fifa deveria investigar a possibilidade de organizar a Copa não só em um ou dois países, mas em toda uma região. Assim, permitiria que diversos países aproveitassem a honra e os benefícios de receber a competição", propõe Infantino.

Além disso, reafirmou que pretende aumentar para 40 as seleções participantes.

Gianni Infantino era braço direito de Michel Platini, agora suspenso por 8 anos de atividades ligadas ao futebol por caso de corrupção, na Uefa. Ele foi peça-chave na mudança de formato da Eurocopa, que a partir de 2016 terá 24 em vez de 16 seleções e, em 2020, será sediada em 13 países.

A eleição para presidente da Fifa está agendada para 26 de fevereiro. Os concorrentes de Infantino serão: Salman bin Ebrahim Al Khalifa, do Bahrein, o francês Jérôme Champagne, o jordano Ali Bin Al Hussein e Tokyo Sexwale, da África do Sul.

Outras propostas

O suíço quer também limitar o período de mandato dos dirigentes da entidade máxima do futebol, inclusive o do presidente, em 12 anos. Essa medida, somada à de tornar públicos os salários dos cartolas, devolverá credibilidade à Fifa, crê Infantino.

Em outro trecho do manifesto, propõe que a organização repasse 50% das suas receitas às federações filiadas, para que elas possam incentivar projetos de desenvolvimento do esporte.  

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