Alexandre Kalil volta a criticar Primeira Liga e provoca Cruzeiro

Do UOL, em Belo Horizonte

  • Bruno Cantini/site oficial do Atlético-MG

    Alexandre Kalil, ex-presidente do Atlético-MG, demonstra ceticismo com a Primeira Liga

    Alexandre Kalil, ex-presidente do Atlético-MG, demonstra ceticismo com a Primeira Liga

Alexandre Kalil voltou a disparar contra a Primeira Liga. Gilvan de Pinho Tavares, presidente do Cruzeiro e um dos principais responsáveis por arquitetar o torneio, é o alvo do antigo diretor-executivo da competição. Ele critica o dirigente por se reunir com membros da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) a fim de receber um aval da entidade.

Questionado sobre uma postagem em seu Twitter, na qual decretou o "fim da Liga", o ex-mandatário do Atlético-MG se explicou pela primeira vez:

"Na hora que a liga vai pedir benção para a Federação Carioca de futebol? Não tinha que pedir nem para a CBF. É lei. A liga estava pronta. Veja se eu presidente da Liga, ou do Atlético, vou tratar com federação carioca de futebol sobre qualquer assunto? Pelo amor de Deus", afirmou à Rede Minas.

"Quando eu era presidente a gente foi lá trazer as federações para dentro da liga. Não fomos pedir nada não! Quando eu fui à reunião da CBF, que me reuni no Rio de Janeiro com os clubes antes, coloquei para o Marco Polo Del Nero o seguinte: 'Não estou aqui pedindo. Estou aqui comunicando a criação da Primeira Liga'", acrescentou.

As alfinetadas de Kalil não se restringiram à proximidade da Primeira Liga com a Ferj e a Confederação Brasileira de Futebol. Ele garante que, durante a sua gestão no campeonato, recebeu uma oferta de R$ 100 milhões pelos direitos de transmissão e revela que a atual diretoria acertou por um valor muito inferior: R$ 5 milhões.

"A proposta que tinha deixado na Rede Globo era de 100 milhões (de reais), eles fecharam por cinco (milhões de reais)", assegurou.

Kalil volta a provocar o Cruzeiro
As provocações a Gilvan de Pinho Tavares não pararam por aí. Ele ainda ironizou o acordo do Cruzeiro com a Caixa Econômica Federal, empresa que desembolsará R$ 12,5 milhões anuais para estampar a sua logomarca no uniforme dos principais clubes do estado.

"O patrocínio da Caixa foi arrumado pelo Atlético, essa que é a verdade. Aí tiveram que pôr o Cruzeiro também, pois não poderiam patrocinar só o Atlético. O Atlético é que correu atrás do patrocínio da Caixa", provocou Kalil.

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