Atlético encerra atividades sem concentração e com uma baixa de três meses

Enrico Bruno

Do UOL, em Belo Horizonte

  • Bruno Cantini/Atlético-MG

    Situação de Carlos foi grave e atacante ficará de molho por cerca de três meses

    Situação de Carlos foi grave e atacante ficará de molho por cerca de três meses

O técnico Aguirre não vai mudar a estratégia do antecessor Levir Culpi e vai continuar liberando os jogadores do Atlético-MG das concentrações em véspera de jogos na capital mineira. Pelo menos será assim na estreia oficial da temporada, nesta quarta-feira, contra o Flamengo, pela Primeira Liga. Mas a ausência do confinamento não foi a única novidade na Cidade do Galo no fechamento dos preparativos.

Os atacantes Luan (tendinite no joelho direito) e Carlos já eram cartas fora do baralho de Diego Aguirre para o jogo desta quarta. Mas o treinador também ganhou uma nova baixa. Com um estiramento na coxa esquerda, Thiago Ribeiro foi mais uma vez vetado e também ficará de molho por alguns dias. No fim da tarde, uma notícia ainda pior chegou do departamento médico. Carlos foi diagnosticado com um trauma no tornozelo direito e precisará passar por cirurgia com previsão para retorno em apenas três meses.

"O Carlos teve um trauma com uma entrose importante no tornozelo direito. Ele teve uma ruptura ligamentar grave e passará por procedimento cirúrgico para que se recupere. Não trabalhamos com prazo, mas deve durar em torno de três meses", comentou o médico do clube, Rodrigo Lasmar.

Em campo, Diego Aguirre substituiu o tradicional rachão nas vésperas das partidas para aplicar uma atividade técnica e tática. O time principal do Galo já está formado com: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Jemerson e Douglas Santos; Leandro Donizete, Rafael Carioca, Dátolo, Patric e Giovanni Augusto; Lucas Pratto.

Jemerson treina separado

Na mira do futebol europeu, o zagueiro Jemerson teve um treinamento diferente dos demais. Enquanto seus companheiros realizavam atividades técnicas no campo, o defensor fez apenas corridas leves ao redor do campo. Na coletiva de imprensa, o lateral Marcos Rocha não soube dizer os motivos, enquanto o médico do clube, Rodrigo Lasmar, também alegou que não se tratava de nenhuma questão médica, no máximo um cansaço.

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