Jogadores argentinos radicados em Bruxelas relatam medo após atentados

Do UOL, em São Paulo

O argentino Matías Suárez, atacante do Anderlecht, descreveu nesta terça-feira (22) a sensação de viver em Bruxelas em um momento como o atual, mesmo dia em que a capital belga sofreu com atentados terroristas no Aeroporto de Zaventem e em uma estação de metrô, que deixaram mais de 30 mortos.

À rádio Cadena 3, o jogador narrou sua experiência nesta data trágica. "Me inteirei chegando ao clube, no carro. Ia ouvindo o rádio e começou um monte de barulhos, sirenes e polícia. Liguei para minha esposa direto, porque nossa filha estava na escola. Isso dá muito medo", declarou o atleta.

Suárez contou que a primeira parte do treinamento da equipe ocorreu normalmente, porém os atletas foram liberados das atividades da tarde. O jogador disse morar a 10 minutos da estação de metrô atacada.

Nicolás Frutos, argentino que é ex-jogador do Anderlecht, mas continuou trabalhando no clube após a aposentadoria, também comentou sobre o clima atual da cidade no canal TyC Sports. "Está todo o exército na rua. A cidade é um deserto", relatou, o jogador, que passa está a salvo com a família.

"A três quilômetros da minha casa encontraram o cérebro responsável do atentado em Paris", adicionou o ex-jogador, relatando a proximidade da sua residência com o local onde Salah Abdesalam foi preso há quatro dias.

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