Empresa de Berlusconi confirma negociações para vender Milan a grupo chinês

Do UOL, em São Paulo

  • Stefano Rellandini/Reuters

    Acionista majoritário do Milan, Berlusconi está próximo de vender o clube

    Acionista majoritário do Milan, Berlusconi está próximo de vender o clube

A Fininvest, empresa da família de Silvio Berlusconi, principal acionista do Milan, confirmou nesta terça-feira (10) que está mantendo negociações exclusivas com um grupo de investidores chineses para vender o clube italiano.

Em nota oficial divulgada pela imprensa italiana, a empresa de Berlusconi disse que assinou um documento garantindo aos chineses exclusividade nas conversas. A identidade dos possíveis compradores não foi confirmada.

"O período de exclusividade foi definido de uma forma compatível com a complexidade das questões sendo discutidas, as necessidades do clube e os compromissos impostos pelo calendário futebolístico", diz a nota.

Segundo o jornal espanhol "Mundo Deportivo", o período de exclusividade será de 45 dias, e a proposta inicial é de 500 milhões de euros (cerca de R$ 2 bilhões) por 70% das ações do clube. A agência de notícias "Reuters" diz que os chineses avaliam que o clube vale na casa dos 700 milhões de euros (R$ 2,8 bilhões).

Dono do Milan há mais de 30 anos, Berlusconi tem dado mostras de que quer vender suas ações do clube desde 2014. No ano passado, o magnata italiano quase fechou negócio com o empresário tailandês Bee Taehchaubol, mas recuou nos estágios finais da negociação, que não se concretizou.

Em sétimo lugar no Campeonato Italiano, o Milan pode ficar de fora de competições europeias pela terceira temporada consecutiva. A única chance é uma classificação à Liga Europa no caso de título da Copa Itália, cuja final será disputada em 21 de maio, contra a Juventus.

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