Daniel Alves fala sobre possível saída do Barça e admite pressão na seleção

Danilo Lavieri e Guilherme Palenzuela

Do UOL, em Denver (EUA)

  • REUTERS/Jorge Adorno

Daniel Alves ainda não definiu seu futuro. Representando a seleção brasileira na Copa América, o lateral direito não quis confirmar que ficará no Barcelona na próxima temporada e disse que só resolverá o seu futuro após a disputa da competição com a camisa verde e amarela.

A imprensa espanhola dá praticamente como certa a ida do jogador para a Juventus, da Itália. Como já mostrou o UOL Esporte, uma cláusula permite que o atleta deixe o time espanhol sem custos

"Na seleção, meu único foco é seleção. Tenho todo tempo para resolver qualquer problema fora daqui. Não penso no futuro, penso no presente, que é a seleção. E a partir daí eu aproveitarei para responder todas as especulações se elas são verídicas ou não", disse o lateral direito após a vitória da seleção brasileira por 2 a 0 contra o Panamá, em Denver, nos Estados Unidos.

Questionado sobre o atual momento da seleção, Daniel, então, admitiu que vê o time pressionado, mas que é preciso usar a experiência para sair da incômoda situação que os brasileiros vivem.

"Acredito que a pressão a gente tem desde o momento que servimos a seleção, estar aqui é sempre uma pressão. Temos uma responsabilidade de 200 milhões de pessoas esperando o nosso melhor. E evidente que isso também entra a comissão técnica. Mas eu acho que somos experientes, apesar da juventude do gupo. Temos que buscar essa calma, sair desse foco de pressão e tentar evoluir como equipe e ganhar. Porque é isso que dá tranquilidade para apostar na filosofia e ideia de jogo".

Daniel aproveitou a ocasião para acabar com todas as dúvidas em relação à condição física. Segundo ele, houve uma má interpretação quando o assunto foi sua fascite plantar. O jogador afirmou que jamais pensou em largar a seleção brasileira por causa disso.

""Se não tivesse 100% eu daria a vaga para outro atleta. E longe disso. Se estou aqui é para ajudar. Eu quis mostrar porque fiquei em Barcelona para me tratar, mas tenho uma lesão há mais de seis meses e isso não me impede em nada de jogar", finalizou.

O Brasil volta a treinar durante a semana até o dia 4 de junho, quando estreia contra o Equador, na Copa América, em Pasadena, mesmo palco do tetracampeonato da Copa do Mundo. 

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