Presidente corintiano diz lutar contra clássico com uma torcida e protesta

Do UOL, em São Paulo

  • Davi Ribeiro/Folhapress

Roberto de Andrade, presidente do Corinthians, concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira e afirmou ter lutado para que os clássicos do futebol paulista não fossem de só uma torcida. No domingo, somente palmeirenses estão liberados para o dérbi marcado para o Allianz Parque.

"Se eu tivesse poder, mudaria para ontem. Gostaria de passar para o torcedor que fizemos todos os esforços para que isso não acontecesse. Conversamos com todas as instâncias do judiciário. É uma medida descabida. Um desrespeito com o torcedor e com o cidadão", criticou Roberto.

"O torcedor corintiano nunca ficou ausente de um jogo do Corinthians. Acho isso absurdo. Se fosse resolver a situação da violência do país, daria nossa contribuição. Não foi noticiado por vocês, mas no jogo contra o Santos houve uma emboscada de santistas para corintianos e seis torcedores foram hospitalizados. Sabemos que dentro do estádio não há confusão. As brigas são do lado de fora", acrescentou. 

"O futebol estará caminhando para o fim se isso prevalecer. Tem que acabar o quanto antes. É preciso punir quem briga, não proibir as pessoas de saírem na rua. É como falar que o problema de assalto é porque tem gente na rual. Fico sentido pelo torcedor, peço desculpas, mas o Corinthians não tem como agir em prol da torcida, não tem o que fazer. Conversamos em todas as instâncias, mas temos que acatar a decisão", disse ainda Roberto de Andrade. 

Confira o que mais disse Roberto de Andrade:

CÁSSIO

O que houve é a coisa mais comum do mundo no futebol. Alguém deixa de ser titular e passa a ser reserva, nada a mais que isso. Não vamos fazer uma tempestade. O ambiente do Cássio com os outros é o melhor possível.
 
REFORÇOS
 
Todo e qualquer jogador bom interessa, mas não existe negociação com nenhum jogador. Existe especulação por conta de o Felipe estar saindo. Aí todo mundo entende que tem que vir um zagueiro. Mas também não precisa contratar.

MAIS REFORÇOS

Estamos pensando em fortalecer o grupo, mas não tem prioridade. Corinthians não está atrás de nenhum atleta, não existe negociação com ninguém. Oportunidades são oportunidades, mas o Corinthians não busca nada.

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