Maicon aposta em Cueva, no título do Brasileiro e na ida à seleção

Luís Augusto Simon

Do UOL, em São Paulo

  • DOUGLAS MAGNO/AFP

Calleri não está mais. Ganso se foi. Kardec se despediu e voa para a China. Maicon sente saudade dos companheiros, mas não vê nenhuma necessidade de tempo de adaptação para a montagem de um novo time.

"Nenhum dos três jogou contra o Corinthians e nós merecíamos vencer o jogo. Fomos grandes lá e seremos grandes contra o Grêmio também", disse o zagueiro, que aposta muito em Christian Cueva como um dos condutores do São Paulo no segundo semestre.

Os elogios do troncudo zagueiro ao mirrado peruano são pródigos. "Já enfrentei o Cueva quando ele estava no Toluca. É muito difícil. Ele é um falso lento porque trata bem a bola mas tem um sprint final muito bom. Tem uma grande mobilidade para a esquerda e para a direita. É muito bom"

Ele se entusiasma e chega a cravar que Cueva, apesar das características diferentes, será o substituto de Ganso. 

"Ele não tem o último passe do Ganso, não tem aquela qualidade toda, mas compensa carregando a bola com mais velocidade. Será o substituto do Ganso".

Então, talvez percebendo que estava avançando nas atribuições de Patón, recua um pouco. "Ele ou outro que for escolhido".

Com a chegada de Chávez e, muito provavelmente, de Buffarini, Maicon vê o São Paulo forte e com chances até de ser campeão, apesar de estar a dez pontos do líder. "Já houve um campeonato que o São Paulo tirou onze pontos e isso pode acontecer de novo. Não vamos abrir mão de nada, não vamos colocar foco na Copa do Brasil, que é mata-mata".

E, se tudo der certo, a recompensa pessoal pode vir. "Quando cheguei, ninguém acreditava em mim e deu certo. Se continuar dando, posso chegar na seleção sim. Por que não"?

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