Ação em que cobra R$ 5 mi do Cruzeiro afasta Riascos de estafe do Brasil

Thiago Fernandes

Do UOL, em Belo Horizonte

  • Washington Alves/Light Press/Cruzeiro

    Riascos tenta se desvencilhar do Cruzeiro por meio da Justiça do Trabalho

    Riascos tenta se desvencilhar do Cruzeiro por meio da Justiça do Trabalho

Riascos contrariou as recomendações de parte de seu estafe ao acionar o Cruzeiro na Justiça do Trabalho. A ação movida pelo colombiano contra os mineiros é uma estratégia de Mauro Bousquet, empresário italiano que cuida de sua carreira. Os brasileiros Ubiraci Cardoso e Giuliano Aranda não se envolveram no caso.

No processo, o gringo pede uma indenização superior a R$ 5 milhões e a rescisão unilateral do vínculo com o clube. O primeiro encontro para a tentativa de solucionar o caso será em 30 de agosto, na 27ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte. A intenção do atleta é se desvincular da agremiação antes do fim da janela de transferências europeia.

A ação foi arquitetada por Mauro Bousquet desde que aconselhou o atleta a retornar à Colômbia, no fim de julho. Parceiros do italiano na estadia do centroavante no Brasil, Ubiraci Cardoso e Giuliano Aranda não se envolveram na situação referente à ação contra o Cruzeiro.

A boa relação com o presidente Gilvan de Pinho Tavares – eles são representantes de Dedé e Willians – fez com que deixassem a decisão a critério do atleta e de seu procurador no exterior.

"Eu não estou a par disso (processo do Riascos contra o Cruzeiro). Essa é uma decisão individual do jogador e de seu empresário do exterior, o Mauro (Bousquet). Eles decidiram e o Magrão (como o sócio Giuliano Aranda é conhecido) e eu não participamos disso. Não temos relação com este fato", afirmou Ubiraci ao UOL Esporte.

Na realidade, a dupla evitou se envolver no caso desde que Riascos optou pelo retorno à Colômbia. Até então, Bira e Magrão – apelidos dos empresários – eram os responsáveis por negociar a saída do jogador da Toca da Raposa 2 por conta da polêmica declaração após a partida contra o Fluminense.

Os empresários brasileiros foram os responsáveis por levar o atacante ao Vasco da Gama por empréstimo e por conduzir o retorno a Belo Horizonte, quando se encerrou o compromisso com o clube de São Januário. Eles ainda deram suporte ao jogador no período em que ele ficou no Rio de Janeiro, entre o jogo no estádio Giulite Coutinho e a viagem à terra natal.

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