Flu e Bota não assinam contrato, mas já podem estampar patrocínio da Caixa

Bernardo Gentile

Do UOL, no Rio de Janeiro

  • Divulgação/Caixa

    Fluminense e Botafogo já podem expor logo da Caixa, mas ainda não assinaram contrato de patrocínio

    Fluminense e Botafogo já podem expor logo da Caixa, mas ainda não assinaram contrato de patrocínio

Os presidentes do Fluminense, Peter Siemsem, e do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira, estiveram na manhã desta terça-feira, em Brasília, para uma reunião com a Caixa Econômica Federal, que havia divulgado um convite para os clubes assinarem contrato de patrocínio no encontro. Não foi o que aconteceu.
Fluminense e Botafogo ainda não assinaram o contrato, mas apenas um documento que autoriza os clubes a utilizarem a logomarca da Caixa nos uniformes. O Tricolor ainda não chegou a um denominador comum com o banco estatal no que se refere ao valor do patrocínio para os meses restantes de 2016.

Conforme revelado pelo UOL Esporte, o Fluminense pediu R$ 5 milhões para expor a marca no uniforme nos meses restantes. O banco estatal ofereceu R$ 1 milhão, quantia essa que consta no Diário Oficial. Pressionado, o Tricolor faz jogo duro não assinou o contrato.

Para assinar ainda em 2016, o Fluminense quer receber R$ 2 milhões – renderia aproximadamente R$ 700 mil por cada um dos três meses restantes. A pedida do clube está baseada no valor que deverá receber em 2017 – R$ 12,5 milhões, mesma quantia de Botafogo, Atlético-MG e Cruzeiro.

Sendo assim, o Fluminense teria pouco mais de R$ 1 milhão por mês em 2017, caso assine o contrato. Portanto, o Tricolor decidiu usar essa média para negociar os meses restantes de 2016, mesmo que ainda receba um pouco menos na comparação. A Caixa, porém, quer pagar menos e pressionou o clube do Rio ao anunciar publicamente a data da possível assinatura do contrato.

O Fluminense está sem um patrocinador máster desde que o grupo Viton 44 parcelou a dívida com o clube e rescindiu o contrato, em março. Desde então, o Tricolor tem tentado sem sucesso avançar nas negociações. Além da Caixa, o clube mantém conversas Huawei, empresa chinesa do ramo das comunicações.

Por outro lado, o Botafogo tem a situação mais bem encaminhada. O valor e o tempo de contrato estão definidos em comum acordo e falta o clube tirar a certidão negativa de débito do município – já tem a da União. O Alvinegro afirma que essa pendência será resolvida nos próximos dias e que tudo é questão de tempo.

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