Vice do Flamengo, Tabet ironiza reclamação do Palmeiras: "Criança mimada"

Do UOL, em São Paulo

  • Gilvan de Souza/ Flamengo

    Humorista do Porta dos Fundos também é vice-presidente de comunicação do Flamengo

    Humorista do Porta dos Fundos também é vice-presidente de comunicação do Flamengo

Criador do Porta dos Fundos e do Kibe Loco, o humorista e vice-presidente de comunicação do Flamengo Antonio Tabet comentou ironicamente as declarações dos presidentes do Palmeiras, Paulo Nobre, e do Fluminense, Peter Siemsen, sobre a polêmica arbitragem do clássico Fla-Flu na quinta-feira (13) passada.

"Criança mimada e acostumada a ser dona da bola normalmente cresce com problemas de caráter. #PaiRicoFilhoNobreNetoPobre", tuitou Tabet, alfinetando o mandatário do Palmeiras, minutos após coletiva de imprensa de Paulo Nobre.

"Não adianta. A frase da semana ainda é 'Já vi chororô por ter sido roubado, mas chororô por não conseguir roubar é a primeira vez'", continuou o dirigente do Flamengo (veja abaixo).

Na tarde desta quinta, Paulo Nobre e Peter Siemsen deram coletivas de imprensa acusando o árbitro Sandro Meira Ricci de ter tomado decisão no Fla-Flu sob influência de interferência externa. 

O clássico ficou marcado por uma confusão generalizada no fim do segundo tempo. O Flamengo vencia a partida por 2 a 1, quando Henrique empatou para o Fluminense em posição irregular. O bandeirinha assinalou a irregularidade, mas após breve papo com seu assistente, Sandro Meira Ricci validou o gol, revoltando jogadores e comissão técnica do rubro-negro.

Após cerca de 10 minutos de paralisação, muita reclamação de ambas as partes e presença de diversas pessoas no gramado do Raulino de Oliveira, Sandro Meira Ricci seguiu a decisão inicial do seu assistente e anulou o gol impedido de Henrique.

Os dirigentes de Fluminense, que terminou derrotado por 2 a 1, e Palmeiras, que viu a diferença ante o Flamengo cair para um ponto, não contestam o mérito da decisão de Sandro Meira Ricci, porque admitem que Henrique estava impedido. Mas argumentam terem certeza que o árbitro voltou atrás na decisão de validar o gol porque foi influenciado externamente, o que é proibido pelas regras e recomendações da Fifa. 

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