Oposição tenta adiar eleição do Grêmio por tranquilidade para final

Marinho Saldanha

Do UOL, em Porto Alegre

  • Reprodução

    Raul Mendes, candidato à presidência do Grêmio contra Romildo Bolzan Júnior

    Raul Mendes, candidato à presidência do Grêmio contra Romildo Bolzan Júnior

A chapa de oposição na eleição presidencial do Grêmio protocolou na noite de quinta-feira (03) um pedido de adiamento nas eleições do clube, marcadas para o próximo dia 12. Segundo representantes da candidatura, o momento é de esquecer as divergências e tentar união para conquista da Copa do Brasil. 

"Por mais que tenhamos coisas a debater, não é o momento. Todos estamos juntos torcendo muito pelo título do Grêmio. Uma gestão não é definida se a bola entra ou não. Por um jogo, por um campeonato. São três anos. Mas falar qualquer coisa neste sentido agora não é bom para o clube", disse o candidato a vice-presidente na chapa oposicionista, Airton Rushel, à Rádio Guaíba. 

O documento foi protocolado na noite de quinta-feira e pretende que a eleição presidencial seja adiada para uma semana após o jogo de volta da final da Copa do Brasil, marcado para dia 30 de novembro. Caberá a presidência do Conselho Deliberativo aceitar ou não o pedido. 

O atual presidente do clube e candidato à reeleição, Romildo Bolzan Júnior, também adotou tom semelhante após a classificação para a final. Ele se nega a responder qualquer questão sobre este tema, uma vez que pode desviar o foco do time e do clube, totalmente voltado para a decisão contra o Atlético-MG.

Serão os associados que decidirão o próximo presidente do Grêmio. Por uma mudança estatutária, quem vencer comandará o clube pelos próximos três anos, e não apenas dois  como até então. 

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